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Brasil bate ONU em redução da mortalidade


Blog do Planalto

À frente de muitos países, o Brasil alcançou em 2011, com quatro anos de antecedência, a meta de redução da mortalidade na infância, o quarto dos oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), propostos pela ONU em 2000. A taxa passou de 53,7 óbitos por mil nascidos vivos em 1990 para 17,7 óbitos por mil em 2011. A meta estabelecida para o País consiste em reduzir a mortalidade entre crianças menores de 5 anos a dois terços do nível de 1990.

De acordo com o Relatório ODM 2013, elaborado pela ONU, a taxa mundial de mortalidade na infância caiu 47% em 22 anos. Entre 1990 e 2012, o índice passou de 90 para 48 mortes por mil nascidos vivos. Os dados mostram que há muito ainda a ser feito nesta área. Em 2012, 6,6 milhões de crianças menores de 5 anos morreram ao redor do mundo por doenças evitáveis.

Interpol e ONU perseguem criminosos ambientais

Um carpinteiro arruma uma carga de mogno, madeira valiosa, apreendida pelas autoridades de Cuba no ecossistema pantanoso da Ciénaga de Zapata. Foto: Jorge Luis Baños/IPS
Thalif Deen, IPS / Envolverde

"Um grupo de organizações internacionais, dirigido pela Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol), com apoio da Organização das Nações Unidas (ONU), persegue um tipo novo e crescente de delinquente: os acusado de graves crimes ambientais, que em sua maioria escapou do longo braço da lei. A operação de alcance mundial é a primeira de seu tipo a perseguir fugitivos procurados por uma ampla gama de delitos relacionados ao ambiente.

Entre esses crimes estão desmatamento, caça ilegal e tráfico de animais declarados em perigo de extinção. A caça ilegal, sobretudo no centro da África, causou o desaparecimento de pelo menos 60% dos elefantes da região na última década.

No dia 17 de novembro, a Interpol, maior organização policial do mundo, divulgou as fotografias de nove fugitivos denunciados por esses crimes, incluindo Feisal Mohamed Ali, acusado de liderar uma rede de contrabando de marfim no Quênia, segundo o jornal Daily News, da ONU. A aliança internacional solicitou ajuda do público para obter informação que possa levar aos nove suspeitos, cujos casos foram escolhidos para a fase inicial das investigações.

Anúncio chocante mostra bombardeio na Síria de trás para frente

Anúncio chocante mostra bombardeio na Síria de trás para frente (Reprodução)
Do adNEWS

"O movimento #WithSyria (#pelasíria no Brasil), composto por mais de 130 organizações e pessoas de todo o mundo, lançou esta semana seu novo filme, aproveitando o início da A Assembleia Geral da ONU, iniciada na última terça-feira. O objetivo é mostrar os horrores que acometem civis nos conflitos do país.

Segundo o coletivo, os ataques são feitos diariamente no país, por parte de grupos de diferentes lados da guerra, atingindo escolas, hospitais e outras áreas residenciais. Em fevereiro, o Conselho de Segurança da ONU exigiu o fim dos ataques indiscriminados na Síria. Seus membros prometeram adotar novas medidas caso os ataques prosseguissem. O objetivo do filme é cobrar do Conselho de Segurança da ONU que honre a própria palavra, segundo o próprio site do movimento.

As boas e más novidades sobre a fome no mundo

É possível reduzir pela metade a proporção de pessoas desnutridas até 2015, segundo a ONU. Foto: Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO)
"O número de pessoas que passam fome no mundo diminuiu em mais de cem milhões na última década e mais de 200 milhões desde 1990-1992, mas 805 milhões de habitantes ainda sofrem insuficiência alimentar todos os dias, segundo os últimos dados da Organização das Nações Unidas (ONU).

Esses números, extraídos do informe O Estado da Segurança Alimentar no Mundo 2014 (SOFI2014), apresentado no dia 16, em Roma, na Itália, indicam que é possível cumprir o primeiro dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), de redução pela metade da proporção de pessoas desnutridas até 2015, mas somente se “forem intensificados os esforços apropriados e imediatos”.

É o que afirmam as três agências da ONU que redigiram o informe de forma conjunta: Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (Fida) e Programa Mundial de Alimentos (PMA). Entre esses esforços estão “compromisso político bem informado por uma sólida compreensão dos desafios nacionais, opções políticas pertinentes, ampla participação e lições de outras experiências, pontuaram os autores do documento .

Novas cidades entram na lista de 'Patrimônio Mundial da Humanidade'

A cidade histórica de Jidá, na Arábia Saudita, entrou para a lista da Unesco como 'Patrimônio Mundial da Humanidade' - Hassan Ammar/AFP
A Cidadela de Erbil, no Iraque, foi declarada Patrimônio Mundial pela Unesco - Safin Hamed/AFP
A Cidadela de Erbil, no Iraque, foi declarada Patrimônio Mundial pela Unesco - Safin Hamed/AFP

Cortes de água nos Estados Unidos violam direitos humanos

Na última década, as tarifas da água dos moradores de Detroit, nos Estados Unidos, subiram 119%. Foto: Bigstock/IPS
Thalif Deen, IPS / Envolverde

Quando a Organização das Nações Unidas (ONU) tenta resolver uma crise de água ou saneamento, em geral o problema se localiza em favelas urbanas e aldeias remotas na África, Ásia ou América Latina. Mas a grave crise hídrica que afeta a cidade de Detroit, no nordeste dos Estados Unidos, provocou a reclamação por parte de várias organizações não governamentais e ativistas para que a ONU intervenha no país, um dos mais ricos do mundo.

“Isso não tem precedentes”, afirmou Maude Barlow, fundadora do Projeto Planeta Azul, organização com sede no Canadá que defende o acesso à água como um direito humano. “Visitei a cidade e trabalhei com a ONG Detroit Peoples’s Water Board há algumas semanas e fiquei terrivelmente preocupada”, declarou à IPS, porque os cortes de água afetam centenas de milhares de pessoas, em sua maioria afro-norte-americanos, na cidade cuja área metropolitana tem 4,3 milhões de habitantes.

ONU: população precisará de 40% a mais de água em 2030

Água na torneira em Ndombil, no Senegal: realidade pouco comum / Foto: Evan Schneider/UN
Andreia Verdélio, Agência Brasil

"Na semana em que se comemora o Dia Mundial da Água (22 de março), a Organização das Nações Unidas (ONU) prevê que, em 2030, a população global vai necessitar de 35% a mais de alimento, 40% a mais de água e 50% a mais de energia. Neste ano, as celebrações giram em torno do tema Água e Energia e a relação arraigada entre esses dois elementos foi destaque na reunião da ONU, em Tóquio, para celebrar o dia.

Água e energia estão entre os desafios globais mais iminentes, segundo o secretário-geral da Organização Meteorológica Global e membro da ONU-Água, Michel Jarraud, em nota divulgada pela organização.
Atualmente, 768 milhões de pessoas não têm acesso à água tratada, 2,5 bilhões não melhoraram suas condições sanitárias e 1,3 bilhão não têm acesso à eletricidade, de acordo com a ONU.

A situação é considerada inaceitável por Jarraud. Segundo ele, outro agravante é que as pessoas que não têm acesso à água tratada e a condições de saneamento são, na maioria das vezes, as mesmas que não têm acesso à energia elétrica.

Fome: 10 fatos para saber em 2014


É possível eliminar a fome das
nossas vidas. Foto: PMA
Ana Duarte Carmo, Rádio ONU / Envolverde

"O Programa Mundial de Alimentos, PMA, lançou uma lista com os 10 fatos mais importantes sobre a fome no mundo. A agência da ONU aponta para a importância desta informação ser do conhecimento de todos em 2014.

Quantas pessoas no mundo têm fome? Será que este número está a decrescer? Que consequências a fome terá para as crianças? O que podemos fazer para ajudá-las? Estas são algumas das questões a que o PMA procura responder, com uma lista que contribui para a reflexão de final de ano.

1 – Cerca de 842 milhões de pessoas no mundo não se alimentam em quantidade suficiente para serem saudáveis.

Dados revelam que uma em cada oito pessoas vai dormir com fome todos os dias.

2 – O número de pessoas que sofrem de fome crônica diminuiu 17 por cento desde 1990-1992.

Se esta tendência se mantiver, o mundo chegará perto de atingir a meta do Objetivo de Desenvolvimento do Milênio de redução da fome mundial.

Coxinhas, tremei! ONU diz que SUS é referência internacional


Miguel do Rosário, Tijolaço

“Todos sabem, ONU inclusa, que o sistema de saúde brasileiro ainda precisa melhorar muito. A avaliação positiva da ONU se dá em relação ao estágio de desenvolvimento do Brasil e à sua arrecadação fiscal per capita. Nestes pontos, o Brasil ainda está bem atrás dos países desenvolvidos.

A ONU analisou a trajetória do sistema, e a participação dele no processo de redução das mortalidades por doenças.  O estudo completo da ONU pode ser baixado aqui (14 mega).

*
Saiu no site da ONU:

Sistema de saúde público brasileiro é referência internacional, diz Banco Mundial

O Sistema Único de Saúde do Brasil – conhecido como SUS – lançou os alicerces de um sistema de saúde melhor para o país, contribuindo para o bem-estar social e a melhoria da qualidade de vida da população, é o que afirma o livro “20 anos de Construção do SUS no Brasil”, recentemente lançado pelo Banco Mundial.

ONU lança metas de preservação da Mata Atlântica


Agência Brasil 
 
“Com o objetivo de reduzir a taxa atual de perda de biodiversidade, representantes da Convenção da Diversidade Biológica, tratado ambiental da Organização das Nações Unidas (ONU), lançaram, na última terça-feira, o Anuário da Mata Atlântica. A publicação deste ano inclui 20 metas, divididas em cinco objetivos. Até 2020, governos, autoridades ambientais e sociedade civil deverão cumprir essas metas em todo país.

O Anuário da Mata Atlântica já faz parte de um programa permanente da organização ONG Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, criado em 1999 com o objetivo de consolidar, atualizar e disponibilizar informações sobre o Bioma da Mata Atlântica de forma sistemática e periódica. O anuário possibilita também análises comparativas sobre os avanços e desafios na conservação, conhecimento científico e tradicional e o desenvolvimento sustentável na Mata Atlântica, subsidiando projetos e políticas públicas.

Segundo o presidente da ONG, Clayton Lino, o objetivo do projeto é integrar-se à política nacional, coordenada pelo Ministério do Meio Ambiente, com o acompanhamento e a avaliação do cumprimento das metas. 

"Pretendemos contribuir para criar mecanismos e fomentar ações nacionais e subnacionais, no sentido de cumprir e implementar os objetivos e metas no domínio Mata Atlântica e em suas regiões marinhas adjacentes", disse Lino.

De acordo com o presidente da ONG, o anuário mostrará ao grande público a importância da preservação do meio ambiente. "Muitas vezes, a população está afastada das questões ambientais. Queremos realizar ações de integração para montar um mutirão em defesa da biodiversidade”, concluiu.

Para o secretário de estado do Ambiente, Carlos Minc, todos os setores da sociedade vão ganhar com o desenvolvimento ambiental. "O meio ambiente está atrelado diretamente ao desenvolvimento da população, e, quando se encontram maneiras de alavancar esse processo, a população precisa entender e abraçar essa causa", disse o secretário. "O Rio tem grande potencial, e pode servir de vitrine para todo o Brasil", acrescentou.

Os objetivos e as metas definidas pela Convenção da Diversidade Biológica podem ser consultados no site da ONG Reserva da Biosfera da Mata Atlântica.”

Kofi Annan pergunta: quem fará algo pela crise climática?


Fabiano Ávila, Instituto CarbonoBrasil

“Em um artigo publicado no jornal The New York Times, o ex-secretário-geral das Nações Unidas, Kofi Annan, critica os resultados da Conferência do Clima de Varsóvia (COP 19), que terminou na semana passada, e afirma que está em nossas mãos evitar as piores consequências do aquecimento global. 

Segundo Annan, que atualmente é presidente do The Elders - entidade que reúne líderes internacionais como Nelson Mandela, Jimmy Carter e Fernando Henrique Cardoso, para buscar soluções para os desafios da humanidade -, os governantes estão demonstrando falta de vontade política e cabe às pessoas comuns assumirem um papel de liderança.

ONU elogia novo passo do Brasil no tratamento da AIDS


Brasil vai oferecer medicamentos antirretrovirais para pacientes em qualquer estágio da doença

O Brasil mantém o pioneirismo na luta contra a Aids ao anunciar que oferecerá tratamento a todos os portadores do vírus HIV, independentemente do estágio da doença, segundo o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (Unaids).

Daniela Fernandes, BBC Brasil

Soropositivos passarão a receber medicamentos antirretrovirais assim que a doença tiver sido diagnosticada.

Até agora, o país vinha oferecendo tratamento antirretroviral pela sua rede pública apenas quando a contagem das células de defesa (CD4) do paciente caía para abaixo do patamar de 500 células por milímetro cúbico de sangue.

Em junho, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendou que os países oferecessem tratamento a pacientes com Aids a partir do momento em que o sistema imunológico apresentasse este patamar.

O Brasil já vinha oferecendo tratamento neste nível desde agosto do ano passado.

ONU: 3 bilhões de pessoas viverão em favelas em 2050 se mundo não enfrentar rápida urbanização


Foto: IRIN/David Swanson
Redação da ONU Brasil / Envolverde

“O mundo terá 3 bilhões de pessoas vivendo em favelas em 2050 caso não haja ideias para enfrentar a rápida urbanização. Hoje, 1 bilhão de pessoas vivem em locais sem infraestrutura e serviços básicos como saneamento, energia elétrica e saúde. Os dados são do relatório “Pesquisa Mundial Econômica e Social 2013”, divulgado nesta terça-feira (2) pelo Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais da ONU (DESA).

Segundo o documento, a visão de promover o bem-estar econômico e social para proteger o meio ambiente não foi alcançada por causa do aumento das desigualdades, lacunas e deficiências nas parcerias de desenvolvimento, rápido crescimento populacional, mudanças climáticas e degradação ambiental.

ONU inaugura no Brasil o Centro para o Desenvolvimento Sustentável


Rebeca Grynspan na inauguração do
Rio+. Foto: Unic Rio/Júlia Dias

“Rio+, na zona norte do Rio de Janeiro, irá funcionar como um escritório internacional de excelência em políticas e práticas; direção do espaço será do governo brasileiro e do Pnud.

Damaris Giuliana, Rádio ONU / Envolverde

As Nações Unidas inauguraram nesta segunda-feira o Centro Mundial para o Desenvolvimento Sustentável, Rio+, que irá funcionar como um centro internacional de excelência em políticas e práticas no setor.

O espaço é um legado da conferência Rio+20 e está localizado na Ilha do Fundão, no Rio de Janeiro.

Troca de Conhecimentos

O escritório irá facilitar a pesquisa, o intercâmbio de conhecimentos e promover o debate internacional sobre o desenvolvimento econômico, social e ambiental. A proposta é integrar governos e sociedade civil.

A criação do centro foi possível graças a um aporte de US$ 4,5 milhões, ou R$ 9 milhões, arrecadados durante a Rio+20 em junho do ano passado. O Rio+ terá 26 parceiros em diversos níveis e será dirigido pelo governo brasileiro e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, Pnud.

ONU define rascunho dos 10 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável


“Proposta ficará aberta para consulta pública até amanhã, 22 de maio.

Redação, Jornal da Saúde / Envolverde

Especialistas da Organização das Nações Unidas (ONU) apresentaram um documento que define os dez Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. O texto ainda é um rascunho de metas que devem ser alcançadas a partir de 2015.

A proposta foi desenhada por um grupo internacional de especialistas de diversas áreas e ficará aberta para consulta pública até o dia 22 no site www.unsdsn.org/resources/draft-report-public-consultation.
As sugestões poderão ser incorporadas em um texto que será analisado pela Assembleia Geral da ONU, em setembro deste ano.

A definição dessas metas era esperada como resultado da conferência do Rio no ano passado. O documento parte das diretrizes do texto da Rio+20 e, assim como ele, traz objetivos bem genéricos.

Os objetivos devem entrar em vigor a partir de 2015 porque é quando termina o prazo para serem atingidos os objetivos do desenvolvimento do milênio, estabelecidos pela ONU.”
Foto: http://www.ecodesenvolvimento.org/
Matéria Completa, ::AQUI::

Insetos podem ajudar a combater a fome, diz ONU

Um relatório das Nações Unidas divulgado nesta segunda-feira destacou a importância do papel dos insetos comestíveis na luta contra a fome no mundo.


O estudo, conduzido pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO, na sigla em inglês), estimou que 2 bilhões de pessoas no planeta já complementam suas dietas com insetos, tais como besouros, gafanhotos e formigas.

A FAO acrescenta que a criação de insetos em escala industrial poderia contribuir para a segurança alimentar mundial.

Esses animais são altamente nutritivos e fáceis de reproduzir, além de poderem ser usados como alimentos para peixes e gado.

O relatório, no entanto, ressalva que a repugnância de muitos consumidores, especialmente de países ocidentais, constitui uma barreira para a inclusão deste tipo de alimento na dieta global.”

51% dos brasileiros sabem dar definição correta de biodiversidade, revela pesquisa apoiada pela ONU


Brasileiro Bráulio Ferreira de Souza Dias,
Secretário Executivo da Convenção sobre
Diversidade Biológica da ONU (CBD).
Foto: Renato Araújo/Agência Brasil


“Cinquenta e um por cento dos brasileiros sabem dar a definição correta do conceito de biodiversidade e 96% já ouviram falar no termo. O país apresenta o maior índice de consciência sobre a biodiversidade, à frente de Alemanha, China, Estados Unidos, Reino Unido e França. Documentários, escola e publicidade são as principais fontes para manter o brasileiro informado no assunto.

Essas são algumas das conclusões do Barômetro da Biodiversidade 2013, lançado em Paris pela Union for Ethical Biotrade (UEBT) na última sexta-feira (19).

Ao todo,  a pesquisa ouviu 6 mil pessoas nos seis países analisados. Setenta e cinco por cento dos consumidores estão conscientes sobre a biodiversidade, enquanto 48% deram uma definição correta do termo.

“O Barômetro da Biodiversidade é uma importante fonte de dados sobre as tendências globais de informação sobre a biodiversidade. Os resultados não só mostram uma crescente conscientização mas também que o respeito à biodiversidade gera grandes oportunidades de negócios”, afirmou o Secretário Executivo da Convenção sobre Diversidade Biológica da ONU (CBD), o brasileiro Bráulio Ferreira de Souza Dias.

O Barômetro da Biodiversidade UEBT gera informações sobre a conscientização acerca da biodiversidade e como a indústria da beleza apresenta o tema. A ferramenta também ilustra o progresso em atingir as metas do Plano Estratégico da CBD, e seus resultados farão parte do próximo Panorama da Biodiversidade Global.”

Unicef diz que nanismo pode ser vencido


Má nutrição é uma das causas
do nanismo nas crianças

“Agência da ONU afirmou que problema afeta 165 milhões de crianças com menos de cinco anos no mundo; relatório mostrou que Brasil está cumprindo as Metas do Milênio para combater a má nutrição.

Edgard Júnior, da Rádio ONU / Envolverde

O Fundo das Nações Unidas para a Infância afirmou que o progresso obtido até agora no combate ao nanismo mostra que é possível vencer o problema.
Segundo o Unicef, 165 milhões de crianças no mundo sofrem de nanismo nutricional, o que representa um em cada quatro menores, de zero a cinco anos. O relatório da agência da ONU calcula que 80% das crianças com está condição vivem em 14 países, a maioria na África e na Ásia.

Lista

O Unicef disse que o Brasil está cumprindo com as Metas do Desenvolvimento do Milênio para combater o nanismo. Mas vários vizinhos sul-americanos fazem parte da lista dos 81 países com mais casos, entre eles, Bolívia, Colômbia, Peru e Venezuela.

Ban Ki-moon cobra compromisso global urgente por causas ambientais


Ban Ki-moon aproveitou a fala para
chamar a atenção de todas as nações
que anunciaram compromissos e
projetos, mas que não tornaram o
discurso realidade.
Foto: Africa Renewal/Flickr
Redação CicloVivo / Envolverde
 
“A falta de compromissos globais em prol do combate às mudanças climáticas tem incomodado o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon. Em discurso realizado em Mônaco, na última quarta-feira (3), ele cobrou urgência na definição de novas metas para todo o mundo.

Ban Ki-moon aproveitou a fala para chamar a atenção de todas as nações que anunciaram compromissos e projetos, mas que não tornaram o discurso realidade. “As palavras não foram seguidas por ações. Logo será tarde demais. 

Nossos padrões de consumo são incompatíveis com a saúde do planeta”, declarou o secretário, lembrando que a previsão é de que em 2050 a população mundial seja de nove bilhões de pessoas e será necessário oferecer condições ideais de sobrevivência às próximas gerações.

Alguns problemas ambientais foram destacados, entre eles a diminuição da biodiversidade, o aumento nas emissões de gases de efeito estufa, a pesca predatória e a maior acidez dos oceanos. O representante da ONU pediu que as medidas aplicadas sejam eficazes e dinâmicas, como exemplo ele citou o estabelecimento de preços aplicados sobre as emissões de carbono.

Este deve ser um esforço para todos os países, não somente um compromisso direcionado às nações desenvolvidas ou a parte dos emergentes. De acordo com Ban Ki-moon, é necessário haver “um instrumento universal e jurídico vinculante relativo ao clima”.

O anúncio foi feito no principado de Mônaco e contou com o reforço do príncipe Albert de Mônaco, que reforçou o pedido do secretário. “No momento em que a terra e os oceanos sofrem pressões sem precedentes, em particular devido ao crescimento da população global e às mudanças climáticas, é nossa responsabilidade agir de forma decisiva para preparar o futuro”, declarou o príncipe.”

* Com informações do G1.

** Publicado originalmente no site CicloVivo.

Relatório da ONU prevê 'catástrofe ambiental' no mundo em 2050

Pobreza extrema deve ser motivada também por degradação do planeta. Estima-se que mais de 3 bilhões vivam na miséria nos próximos 37 anos.

Do G1 / Globo Natureza

Apesar dos investimentos de vários países em energias renováveis e sustentabilidade, o mundo pode viver uma "catástrofe ambiental" em 2050, segundo o Relatório de Desenvolvimento Humano 2013, apresentado nesta quinta-feira (14) pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).

Ao fim dos próximos 37 anos, são estimadas mais de 3 bilhões de pessoas vivendo em situação de extrema pobreza, das quais pelo menos 155 milhões estariam na América Latina e no Caribe. E essa condição demográfica e social seria motivada também pela degradação do meio ambiente e pela redução dos meios de subsistência, como a agricultura e o acesso à água potável.

Amazônia dá sinais de degradação por causa das mudanças climáticas (Foto: Divulgação/NASA/JPL-Caltech)
 De acordo com a previsão de desastre apresentada pelo relatório, cerca de 2,7 bilhões de pessoas a mais viveriam em extrema pobreza em 2050 como consequência do problema ambiental. Desse total, 1,9 bilhão seria composto por indivíduos que entraram na miséria, e os outros 800 milhões seriam aqueles impedidos de sair dessa situação por causa das calamidades do meio ambiente.