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Artista transforma umidade relativa do ar do deserto em reservatórios de água


Ciclo Vivo

“Construir uma geleira no deserto parece impossível, mas o artista Ap Verheggen, juntamente com especialistas da Cofely Refrigeration, realizaram com sucesso os primeiros testes para provar o contrário.

A disponibilidade de água em países do Oriente Médio é crítica. Para acabar com problemas da falta deste recurso, Verheggen criou uma enorme estrutura em forma de folha chamada SunGlacier, que condensará a umidade relativa do ar no deserto para criar gelo e reservatórios de água. 

O design é inspirado em uma folha – quem melhor aproveita a energia solar. A parte superior é coberta com painéis solares com 200 m2 de superfície. A energia conduzida é usada pelos condensadores do lado oposto que resfriarão a umidade relativa do ar presente na região. A umidade do ar vai congelar na superfície, criando gelo.
  
Verheggen, conhecido por projetos anteriores no Ártico [que atraiu a atenção mundial], em cooperação com a Cofely Refrigeration, especialista em técnica de resfriamento, provou que é possível criar uma geleira em um deserto em uma "simulação climática". 
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Grafeno pode gerar internet ultrarrápida

Info Online / Reuters

“Cientistas britânicos desenvolveram uma maneira de usar o grafeno, o material mais fino do mundo, para capturar e converter mais luz do que era possível anteriormente, o que abre caminho a avanços na Internet de alta velocidade e outras formas ópticas de comunicação.

Em um estudo publicado pela revista Nature Communication, a equipe, que inclui Andre Geim e Kostya Novoselov, cientistas premiados com o Nobel no ano passado, descobriu que, ao combinar grafeno e nanoestruturas metálicas, o volume de luz que o grafeno é capaz de absorver e converter em energia elétrica aumentava em 20 vezes.

O grafeno é uma forma de carbono com espessura de apenas um átomo, e ainda assim 100 vezes mais forte que o aço.

"Muitas das maiores companhias de eletrônica estão considerando o grafeno para sua próxima geração de aparelhos. Esse trabalho reforça as chances do grafeno ainda mais", disse Novoselov, cientista russo que, com Geim, conquistou em 2010 o Nobel de Física por suas pesquisas sobre o grafeno.

Trabalhos anteriores tinham demonstrado que é possível gerar energia elétrica ao instalar duas estruturas metálicas de entrelaçamento fino sobre uma base de grafeno, e fazer com que todo o aparato receba luz, convertendo-o na prática em uma célula solar simples.”
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Inglês ganha mão robótica da equipe Mercedes F-1



Matthew James enviou carta à equipe de Fórmula 1 pedindo ajuda para comprar uma prótese biônica no valor de R$ 79 mil. E conseguiu

Brasil 247

A história do jovem britânico de 14 anos, Matthew James, comoveu o chefão da Mercedes, Ross Brawm. Após visitar a escola do garoto, o empresário foi surpreendido com uma carta do garoto pedindo ajuda para comprar uma prótese biônica de sua mão esquerda no valor de 30 mil libras (cerca de R$ 79 mil). A carta foi lida por todos os integrantes da equipe e, após decisão unânime, a diretoria entrou em contato com o fabricante da peça, a empresa Touch Bionics. As assessorias entraram em acordo e Matthew, por fim, recebeu a doação.

O jovem, que é um grande fã de Fórmula 1, explicou de forma honesta, madura e engraçada de que forma sua atual prótese mecânica, apelidada de “garra”, só permite-lhe executar tarefas básicas com um simples mecanismo de abrir e fechar a mão. Segundo o site oficial da equipe, o pedido de Matthew destacou-se por ser direto e sincero. A carta pedia um modelo de prótese específico, o i-LIMB Pulse.”
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Financiamento do governo em inovação aumentou 5 vezes em um ano, diz Mercadante

Daniel Lima, Luciene Cruz, Pedro Peduzzi e Yara Aquino, Agência Brasil

“O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, destacou o fortalecimento da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), empresa pública vinculada ao MCT, entre as medidas do governo que colocam a ciência e a tecnologia como eixos fundamentais do desenvolvimento.

“Hoje estamos mais uma vez fortalecendo a Finep que é um grande instrumento de fomento à inovação. Tivemos, no ano passado, R$ 1 bilhão para a subvenção econômica e de crédito da Finep. Este ano, tivemos no primeiro semestre mais R$ 3 bilhões e, agora, a presidenta [Dilma Rousseff} está adicionando R$ 2 bilhões”, disse Mercadante durante o lançamento da nova política industrial brasileira – o Plano Brasil Maior.

“Portanto estamos falando de R$ 5 bilhões, cinco vezes mais do que os valores do ano passado. Isso mostra claramente o compromisso de aprofundar os esforços em direção da inovação”, acrescentou o ministro.

Ele reiterou também a iniciativa de o governo financiar 75 mil bolsas de estudos para alunos brasileiros” nas melhores universidades do mundo”. Essas bolsas pretendem, ainda, atrair pesquisadores de especializados ao Brasil. “Precisamos de mais bolsa, e para isso será fundamental a adesão dos empresários”, acrescentou. A expectativa do governo é que, com a colaboração da iniciativa privada, o número de bolsas aumente para 150 mil.”

Robô alemão ganha pele sensível artificial


Paula Rothman, INFO Online

“Pesquisadores criam uma pele artificial capaz de dotar robôs da habilidade do tato, criando máquinas que sentem calor, vibrações, pressão e força.

As máquinas sensíveis ao toque já estão sendo testadas na Technical University Munich; elas funcionam com pequenos sensores hexagonais de 5cm2 que são ligados uns aos outros, como em uma colmeia.

Cada placa contém quatro sensores que detectam qualquer objeto mais próximo do que 1cm, seis sensores de temperatura e um acelerômetro. Unidas, elas formam uma pele sensível que ajudará robôs a se locomover melhor no ambiente e a ter melhor auto-percepção dos seus corpos.”
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Carne artificial pode reduzir emissões em até 96%

Alimento desenvolvido em laboratório pode ser uma das apostas para a escassez dos recursos naturais e para às mudanças climáticas, pois utiliza menos de 4% da água da produção convencional e evita a liberação de toneladas de GEEs

Jéssica Lipinski, Instituto CarbonoBrasil

A produção e manipulação de alimentos
em laboratório é uma questão que tem dividido opiniões há muito tempo. Agora, entretanto, pode ser que essas técnicas ganhem mais alguns defensores, pois cientistas lançaram um novo estudo demonstrando que a carne artificial pode ajudar a diminuir a emissão de gases do efeito estufa (GEEs), além de economizar energia, água e terras.

De acordo com a pesquisa, intitulada Impacto Ambiental da Produção de Carne Cultivada publicada pelo Environmental Science & Technology, a produção da carne de laboratório emitiria entre 78% e 96% menos GEEs, usaria entre 82% e 96% menos água e 99% menos área de terra do que o necessário para a produção do similar convencional.

“Nossa pesquisa mostra que a carne cultivada poderia ser parte da solução para alimentar a crescente população mundial e ao mesmo tempo cortar as emissões e economizar tanto energia quanto água. A carne cultivada é potencialmente uma forma muito mais eficiente e ecológica de colocar carne na mesa.

Os impactos ambientais da carne cultivada podem ser substancialmente menores do que os da carne produzida do jeito convencional”, declarou Hanna Tuomisto, cientista da Universidade de Oxford, que conduziu o estudo.”
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Comunidade constrói biblioteca com caixas de cerveja


Ciclo Vivo

“Um bairro praticamente abandonado na cidade de Magdeburg, na Alemanha, ganhou nova vida com a construção da biblioteca ao ar livre, que contou com a ajuda dos moradores da comunidade. A matéria-prima usada na edificação foram caixas de garrafas de cerveja.

Em 2005, antes do início da construção da biblioteca, muitos bairros da cidade alemã eram caracterizados por plantas industriais abandonadas e terrenos baldios. Além disso, os índices de desemprego estavam altos e muitas pessoas buscavam refúgios em outras cidades.

Esse cenário foi utilizado pelo escritório de arquitetura alemão Karo como ponto de partida para uma intervenção e nova experiência urbanística. Inicialmente a comunidade adaptou uma loja antiga como biblioteca e oficina de construção. Neste espaço os primeiros livros foram recolhidos e surgiram as ideias para transformar o local também.”
Imagem: Anja Schlamann / KARO Architecture
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Estudantes brasileiros seguem conceito chinês e projetam catraca que gera energia

Ciclo Vivo

“Estudantes brasileiros desenvolveram um conceito de energia elétrica limpa gerada por meio de catracas do metrô. A ideia foi premiada pelo concurso de energia elétrica da EDP, University Challenge, e segue o modelo de catraca criado por estudantes chineses.

Os três alunos de administração da Faculdade de engenharia (FEI) receberam o prêmio internacional da EDP pela forma de captação de energia não convencional. Converter o movimento das catracas em eletricidade foi a ideia do trio de inventores formado por Renato Figueiredo, Lucas Rodrigues e Tatiana da Silva.

O projeto foi pensado para ser aplicado em locais de transporte coletivo, mas segundo os estudantes nada impede que seja implantado de outra maneira. A invenção pode ser útil, principalmente, em São Paulo, uma cidade em que diariamente mais de dois milhões de pessoas utilizam o transporte público.

O concurso EDP premia as melhores iniciativas desenvolvidas por universitários. Para participar era necessário elaborar um plano de marketing, porém este trio surpreendeu com a sugestão de usar geradores elétricos acoplados às catracas do metrô e de trens. Com a ajuda da bolsa de estudo de R$15 mil e a possibilidade de intercâmbio na Europa os alunos irão aperfeiçoar o projeto.”
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Aviões movidos a gordura


Gordura animal, além de algas e plantas, são novas opções para combustível de aeronaves. Eles são menos poluentes e podem ser mais baratos

Cassius Oliveira, Brasil 247

O alto preço dos combustíveis no mercado internacional está forçando as companhias aéreas a buscarem energias alternativas como uma solução para reduzir seus custos e minimizar os efeitos das emissões sobre o meio ambiente. Esta solução seria o HRJ (Combustível Hidrotratável Renovável, na sigla em inglês) para jatos. Testes em laboratório, conduzidos pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos, revelaram que o HRJ pode ser processado a partir de diferentes tipos de matéria-prima, desde ervas daninhas até gordura animal. Assim, seria possível produzir um combustível quimicamente idêntico ao querosene, derivado do petróleo, o mais utilizado na aviação atualmente.

Lourdes Maurice , diretora do departamento de energia e meio-ambiente do U.S. Federal Aviation Administration (FAA), órgão regulador da aviação civil dos Estados Unidos, afirmou: “Sabemos que é viável e seguro”. E completou. “O trabalho e os obstáculos que encontramos mostram que a direção a ser tomada é reduzir a emissão de gases do efeito estufa e, no âmbito de distribuição, garantir a disponibilidade de produto.” Os desafios logísticos irão determinar a capacidade de passageiros dos jatos que irão voar com biocombustível, além da velocidade máxima possível. Mas não há duvida de que as oscilações no mercado mundial dos preços do petróleo neste ano levaram empresas de aviação e seus passageiros a repensar sobre o fardo da dependência do petróleo e seu impacto direto sobre o custo das viagens aéreas.”

Arranha-céu coberto por algas pretende purificar o ar das grandes cidades


Ciclo Vivo

“Os arquitetos checos Pavlína Doležalová e Jan Smékal conceitualizaram um arranha-céu para purificar o ar da cidade.

O principal intuito deste projeto é trazer ar puro e fresco para as metrópoles do mundo. A intenção é dar lugar para essas torres nos pontos mais poluídos da cidade. O objetivo é construir uma rede de arranha-céus para transformar o ar poluído e a fumaça em ar limpo. A unidade base é um arranha-céu de “limpeza” que contém um organismo vivo, a alga, que converte a poluição e a fumaça em oxigênio.”
Imagem: Divulgação
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O verde supremo de Fujisawa



Japão terá cidade ecológica mais avançada do planeta, que funcionará inteiramente com um único sistema de energia renovável

Brasil 247

Em 2014, o Japão poderá dizer que tem a cidade ecológica mais avançada do mundo. Um grupo de nove empresas anunciou que vai investir no projeto Cidade Sustentável Inteligente, de Fujisawa. Localizado 50 km a oeste de Tóquio, Fujisawa será desenvolvida no local de um antigo parque industrial da marca de eletroeletrônicos Panasonic. Com intensa atenção voltada para o futuro da energia no Japão, após o desastre ecológico de Fukushima, a ideia não poderia vir em melhor momento.

Na planta da cidade, estão previstas 1.000 casas, todas integradas a um único sistema de energia inteligente integrado, baseado no programa Panasonic "soluções completas", tecnologia que visa reduzir a energia com ajuda da produção de eletricidade por fonte solar e armazenamento de carga em baterias, disponíveis em cada lar. A meta é que, com isso, a cidade consiga se manter com redução de 70% nas emissões de CO2.”
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Conceito de bonsai metálico recarrega dispositivos eletrônicos com energia solar

Redação, Ciclo Vivo

“Desenvolvido pelo designer francês, Vivien Muller, o ainda conceito Electree parece ser o acessório perfeito para atender a insaciável demanda por energia que a crescente lista de produtos eletrônicos disponíveis no mercado exigem.

A novidade não se limita somente a cumprir este propósito prático, pois também serve como uma escultura bonita, com um design moderno que imita uma árvore de bonsai. Isto é conseguido pelo fato de que as folhas da "árvore" são pequenos painéis fotovoltaicos, que dão um toque especial à criação.

A Electree é uma escultura moderna, que permite ao usuário recarregar seus dispositivos móveis, sem usar qualquer outra fonte de energia, a não ser a luz do sol.”
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Noé ficaria de queixo caído



Arquiteto russo cria abrigo “verde” que pode ser instalado na terra ou na água e mantém seus habitantes de forma autônoma; estrutura tem gerador de energia eólica e painéis solares

Brasil 247 / Inovação Tecnológica

Num futuro próximo, enchentes, tsunamis e desastres naturais não deixarão mais tanta gente sem abrigo, se depender da proposta de habitação do arquiteto russo Alexander Remizov. Sua invenção, batizada de Arca, deixaria o velho Noé de queixo caído. Como projeto que faz parte de um programa de arquitetura de auxílio contra desastres, lançado pela União Internacional de Arquitetos, a criação de Remizov visa fornecer aos moradores tudo o que é necessário para que eles sobrevivam por tempo indeterminado em seu interior.

Segundo o arquiteto, a Arca pode ser construída para ficar tanto em terra quanto na água, já que flutua como um barco e aguentaria uma enchente ou uma repentina elevação do nível do mar. Este “condomínio flutuante” também é capaz de se manter firme em diferentes zonas climáticas e em regiões sujeitas a terremotos. Sua estrutura tem a forma de uma concha, sem bordas ou ângulos, e conta com a flexibilidade de arcos e cordas, o que permite distribuir a carga ao longo de todo o edifício.

A Arca, como seria de se esperar, pode se manter flutuando indefinidamente e manter seus habitantes de forma autônoma. Todos os resíduos são utilizados no interior do edifício por queima ou por pirólise livre de oxigênio. O abrigo também contém um sistema independente de suporte de vida, incluindo elementos que permitem assegurar o funcionamento de um ciclo fechado, mantendo a atmosfera interior isolada do exterior. Isto porque sua forma da cúpula garante a acumulação do ar aquecido na parte superior do edifício. Esse calor é coletado em acumuladores elétricos e de hidrogênio, a fim de proporcionar um fornecimento ininterrupto de energia para todo o complexo, sob qualquer que seja a condição do ambiente externo. Em tempos menos cataclísmicos, o edifício pode produzir energia extra a ser fornecida para casas adjacentes e para meios de transporte "verdes".
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Com apoio de Gates,esgoto pode virar energia

Paula Rothman, INFO Online

“Pesquisadores canadenses anunciaram esta semana que pretendem desenvolver um sistema que converte fezes humanas em energia com financiamento da fundação Bill & Melinda Gates.

No que poderia ser chamado de privada ecológica, os dejetos também virariam substâncias úteis à agricultura, por exemplo.

Os engenheiros químicos da Universidade de Calgary foram um dos 85 grupos que receberam a quantia de US$100 mil oferecida pela 6ª rodada do Grand Challenges Explorations, iniciativa patrocinada pela fundação de Bill Gates.

Com o dinheiro, os Drs Ian Gates e Michael Kallos irão desenvolver a máquina que chamam de “Microdigestor anaeróbio com Calor Termoelétrico micro combinado a geração de Energia para Converter Dejetos humanos em Eletricidade, Calor, Metano, Fertilizante e Água”.
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Inventor brasileiro cria tecnologia aplicada em guias para evitar enchentes


Ciclo Vivo

“Um problema comum às grandes cidades brasileiras são as enchentes. As temporadas de chuva trazem consigo cenários caóticos. Diante dessa situação muitos especialistas pensam em sugestões que facilitem a drenagem da água em meio às ruas asfaltadas. O inventor brasileiro Messias Costa de Oliveira Maia está entre aqueles que buscam uma solução para esses problemas.

Essa preocupação o levou a criar a “Guia Fluvial”, com o objetivo de impedir as enchentes e todos os prejuízos causados por elas. As guias contém aberturas que possibilitam a entrada da água que, após captada, é direcionada ao solo, por orifícios de saída.”
Foto: Divulgação
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Papel grafeno é 10 vezes mais forte que aço


Paula Rothman, INFO Online

“Ele é mais forte do que o aço, fino como um papel e pode revolucionar a indústria de automóveis - conheça o papel grafeno, o material com propriedades de Super Homem.

Criado pelos cientistas da University Technology Sidney, na Austrália, ele é baseado no grafite e, entre outras propriedades, é dez vezes mais forte do que aço.

Os aparentes super poderes são originários do grafeno, o material mais fino e forte que se conhece, constituído de blocos de carbono com a espessura de apenas um átomo. Ele foi produzido pela primeira vez em 2004 e, no ano passado, ganhou o Prêmio Nobel de química. O carbono é o elemento que, conforme a combinação dos seus átomos, forma materiais tão distintos quanto o diamante e o grafite.”
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Quer ver TV? Baixe da nuvem

Ethevaldo Siqueira, Estadão.com.br

“Em 2014 ou 2015 o mundo disporá de mais de 20 bilhões de dispositivos móveis capazes de receber imagens de TV. Serão tablets (como o iPad e muitos outros), smartphones, laptops, iPods e outros, com telas cada dia mais avançadas para mostrar as melhores imagens de TV.

Esse cenário traz dois grandes desafios para as empresas operadoras, para indústria e para os governos. O primeiro deles será a disponibilidade de banda larga para atender, principalmente, à demanda gigantesca de conteúdo de vídeo.
O segundo desafio será o armazenamento do conteúdo, que terá de ser, preferencialmente, na nuvem, isto é, nos datacenters situados em algum ponto da internet, como os sistemas de armazenamento do Google e, em especial, do YouTube ou do Hotmail.

Por isso, um dos temas mais interessantes desta edição do NAB Show foi o conteúdo na nuvem. A conferência cobriu a rápida emergência das tecnologias de mobilidade que, sem dúvida, expandem as possibilidades da indústria de TV em todas as suas fases, da pós-produção à distribuição. Uma das alternativas mais debatidas para acesso ao conteúdo de TV “disponível em qualquer lugar do mundo” foi a IPTV – ou seja, a televisão sobre protocolo IP – para distribuição online, nos planos tanto de curto quanto de longo prazo.”
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Água que vem do "nada"


Filtro H2O Pure produz água a partir da umidade do ar, por meio de processo de compressão e condensação.

Brasil 247 / Rede da Sustentabilidade

Pode parecer mágica, mas não é. A indústria mineira HNF, com sede em Belo Horizonte, criou um filtro que consegue fabricar água a partir de nada mais do que o ar. A invenção, chamada de H2O Pure, lembra um filtro convencional, à primeira vista. A diferença é que, em seu interior, o aparelho é capaz de retirar a umidade do ar e transformá-la em água pronta para beber por meio de um processo de compressão e condensação do ar. No fim do processo, a máquina filtra o “orvalho” criado dentro dela para, aí sim, transformá-lo em água potável.

Segundo a empresa criadora do projeto, quanto mais úmido for o local onde a máquina estiver, mais água ela é capaz de produzir. Por dia, a máquina consegue gerar até 40 litros. O preço ainda não é o melhor do mundo: ela custa R$ 6,5 mil, mesmo assim, vários estabelecimentos já adquiriram. O “filtro mágico” também já foi encomendado por outros países. Com isso, o fabricante admite, é possível que o preço caia.”

Coreanos criam fazendas verticais para criação de gado

Ciclo Vivo

“Os arquitetos coreanos Lee Dongjin, Park Jinkyu e Lee Jeongwoo criaram um arranha-céu denominado de Circular Symbiosis Tower ou Torre Circular Simbiótica. Trata-se de um pasto circular, que proporciona um ambiente saudável para o gado e produz carne suficiente para as pessoas.

O consumo de carne hoje em dia é grande, e o sistema de produção destes alimentos é desenvolvido de acordo com seu consumo. Ao contrário do passado, quando gados ou porcos eram colocados no pasto, hoje em dia, eles são criados em “gaiolas”.

Estas condições de vida geram graves problemas aos animais. Eles ficam seriamente estressados por estarem limitados em áreas densas. O hormônio do estresse, causado pelo mau confinamento, é absorvido pelo ser humano quando se alimenta desta carne. Os locais de confinamento também são poluídos, e por fim, as plantas modificadas do qual os animais se alimentam causam dificuldades na digestão fazendo com que antibióticos sejam administrados para prevenção de doenças. Deste modo, as más circunstâncias afetam também o homem.”
Foto: Reprodução
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Tapete verde



Pesquisador desenvolve asfalto capaz de absorver a água da chuva e minimizar o impacto das enchentes

Brasil 247

Basta o tempo fechar que lá vem a dor de cabeça. Enchentes já fazem parte da rotina de muitos moradores de norte a sul do Brasil, causando prejuízos e mortes. Foi preocupado com esta realidade que o pesquisador José Rodolpho Martins e sua equipe, da Universidade de São Paulo, desenvolveram uma possível solução para o problema.

Com a redução das áreas de várzea, o volume das chuvas aumentou e as enchentes estão cada vez mais comuns. “Quem criou o problema fomos nós e nada mais justo do que encontrarmos uma solução para, pelo menos, minimizá-lo”, disse o funcionário do Departamento de Hidráulica da USP.

Sua invenção, a Camada Porosa de Asfalto (CPA), tem um conceito bem simples: trata-se de um pavimento com pequenos vãos, que não afetam a qualidade do asfalto e são capazes de absorver a água da chuva e armazená-la entre as camadas da cobertura.

Quando chove, a água é “chupada” por um sistema de drenagem - instalado no momento da pavimentação - que encaminha o recurso para as galerias pluviais. Assim, a CPA é capaz de evitar ou ao menos minimizar as enchentes e, consequentemente, todos os estragos que a seguem.

A técnica já foi implantada, com sucesso, em um dos estacionamentos da USP, mas possui uma falha reconhecida pelos próprios pesquisadores: o preço. O custo da instalação da CPA chega a ser 25% maior do que o de um pavimento comum. Em compensação, os benefícios também prometem ser bem maiores.”