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Provedor de internet tem de entregar no mínimo 60% da velocidade prometida

Agência Brasil

“Começaram a valer ontem (31) as regras estabelecidas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para a qualidade da internet fixa e móvel no país. O Regulamento de Gestão da Qualidade do Serviço de Comunicação Multimídia, aprovado no ano passado, determina que as operadoras com mais de 50 mil usuários deverão entregar, em média, por mês, uma velocidade mínima de conexão de 60% da velocidade anunciada. Atualmente, a velocidade média entregue aos usuários fica em torno de 10% da contratada pelos consumidores.

Esse percentual deverá aumentar a cada ano, até chegar, em 2014, à média mensal de 80% da velocidade contratada. A velocidade instantânea da conexão não pode ser menor do que 20% do que for contratado em 95% das medições. Esse percentual vai passar para 30% depois de um ano e para 40% no ano seguinte.

A medição da velocidade da internet fixa será feita por uma entidade aferidora selecionada pela Anatel, que já começou a distribuir para os 12 mil voluntários selecionados os aparelhos que vão enviar os dados da conexão.

Os dados coletados serão divulgados mensalmente pela Anatel e servirão para que a agência avalie se as empresas estão cumprindo as metas de qualidade estabelecidas. No caso de descumprimento das metas, a Anatel poderá estabelecer prazos para que o problema seja resolvido, aplicar multas ou até determinar a proibição de vendas.
A Anatel ainda não divulgou os detalhes sobre como será feita a medição para a internet móvel.”

Acessos em banda larga têm crescimento de 58%

Com 50,9 milhões de conexões, telefonia móvel via celular 3G puxa crescimento setembro

iG / AE

O País encerrou setembro com 83 milhões de acessos em banda larga fixa e móvel, um crescimento de 58% em relação ao mesmo mês de 2011, de acordo com balanço divulgado nesta quinta-feira pela Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil). Ao longo desse período, 30,5 milhões de novos acessos foram ativados.

Do total de acessos registrados em setembro, 19,4 milhões foram de banda larga fixa e 63,6 milhões, de móvel - 12,7 milhões de terminais de dados e 50,9 milhões de celulares 3G.

Entre setembro de 2011 e o mesmo mês deste ano, os acessos por banda larga fixa aumentaram 7,7%, enquanto os acessos móveis tiveram crescimento de 84%.

Segundo o Telebrasil, as redes 3G já estão instaladas em 3.066 cidades e chegam a 86,7% da população brasileira.’

Brasil lançará satélite para levar banda larga a todo o país


Jornal do Brasil / AFP

“O Brasil prepara o lançamento de um satélite geoestacionário de comunicação para proporcionar banda larga a todos os municípios do país, anunciou nesta quarta-feira em Nova Délhi o ministro da Ciência e Tecnologia, Marco Antônio Raupp.

O país busca na Índia uma cooperação técnica para o satélite, cuja construção e lançamento, sob responsabilidade da Telebrás e da Embraer, tem um custo avaliado de 750 milhões de reais (412 milhões de dólares). Apenas o lançamento custará 80 milhões de dólares.

"Vamos fazer um concurso internacional que abre a possibilidade a uma cooperação tecnológica importante", disse o ministro.

O satélite de comunicação dará opção a todos os municípios brasileiros a acessar a banda larga para os serviços de internet e telefonia móvel 3G.

Brasil, Índia e África do Sul - três integrantes do grupo dos emergentes Brics, ao lado de China e Rússia - também discutirão nos próximos dias o lançamento de outro satélite para a observação do clima no Atlântico Sul, o que permitirá fazer as medições necessárias para "entender as anomalias com o campo magnético terrestre que deixam passar as radiações ultravioletas".
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Banda larga brasileira ganha medidor de qualidade

adNEWS

“A empresa PricewaterhouseCoopers foi selecionada como EAQ (Entidade Aferidora da Qualidade), responsável pela aferição dos indicadores de "Garantia de Taxa de Transmissão Instantânea" e de "Garantia de Taxa de Transmissão Média" do SMP (Serviço Móvel Pessoal) e dos indicadores de rede do SCM (Serviço de Comunicação Multímidia).

A EAQ será contratada pelas prestadoras do SCM e SMP e também desenvolverá software específico para medição das taxas de transmissão. O processo de seleção foi conduzido pelo GIPAQ (Grupo de Implantação de Processos de Aferição da Qualidade), formado por representantes das prestadoras de SMP e de SCM, sob a coordenação da Anatel.

A criação do GIPAQ e contratação da EAQ foram previstas nos Regulamentos de Gestão da Qualidade do Serviço de Comunicação Multimídia e do Serviço Móvel Pessoal, aprovados pela Anatel em outubro de 2011. Os regulamentos estabelecem padrões de qualidade para os serviços, de forma a promover a progressiva melhoria da experiência do usuário.”
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Internet móvel impulsiona banda larga no País

Número de acessos cresceu 67% em 2011 em relação ao ano passado; maior expansão foi da internet acessada pelos aparelhos móveis, como celulares e tablets, que aumentou 99%


O número de acessos à internet banda larga cresceu 67,1% em 2011 de acordo com levantamento divulgado hoje pela Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil). No ano passado, foram 23,3 milhões de novas ativações, totalizando 58 milhões de pontos de conexão no País. Do total, 16,7 milhões de acessos são de banda larga fixa, com crescimento de 20,6% em 2011, correspondentes a 2,8 milhões de novos pontos.

Já os 41,1 milhões de acessos restantes são na modalidade móvel, cuja expansão chegou a 99,3% em 2011, com 20,5 milhões de ativações. Dentro da internet rápida móvel, 33,2 milhões de acessos são via celulares de terceira geração e 7,9 milhões por meio de modems 3G.”

Subcomissão da Câmara pede isenção de impostos e dinheiro do Fust para popularizar banda larga


Sabrina Craide, Agência Brasil

“O relatório preliminar da subcomissão especial destinada a acompanhar as ações do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL) na Câmara dos Deputados recomenda a redução da carga tributária que incide sobre o serviço de internet de alta velocidade e a aprovação do projeto de lei que permite o uso do dinheiro do Fundo de Universalização das Telecomunicações (Fust) para expandir e popularizar a banda larga no país. O relatório do deputado Newton Lima (PT-SP) foi aprovado hoje (14) pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicação e Informática.

O parlamentar também recomendou a reativação do Fórum Brasil Conectado, criado para reunir representantes do governo, da sociedade e das empresas do setor para discutir propostas de massificação da banda larga. O grupo não se reúne desde novembro do ano passado.

O relatório apontou avanços do PNBL, como a oferta de acesso em banda larga com velocidade de 1 megabit por segundo (Mbps) a R$ 35 por mês, em 544 municípios. Mas também cobrou informações do governo federal sobre o cumprimento do cronograma acordado com as operadoras, os índices de execução do programa e o papel da estatal Telebras no PNBL.

No próximo ano, a subcomissão deverá funcionar até outubro e o objetivo é convocar audiências públicas sobre diversos temas ligados ao PNBL. O relatório aprovado será encaminhado aos ministérios das Comunicações e da Ciência, Tecnologia e Inovação; à Casa Civil, e às presidências da Câmara dos Deputados e da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).”

Banda larga popular pode chegar a R$ 29



“O acesso à internet pode ficar ainda mais barato se um imposto for cortado. O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, anunciou ontem, 29, que negocia com o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) a desoneração do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) arrecadado pelos estados sobre o Programa Nacional de Banda Larga (PNBL). Caso as unidades estaduais concordarem com a proposta de abrir mão do valor, a internet popular pode cair de R$ 35,00 para R$29,00.

Segundo Bernardo, já foi encaminhada uma carta solicitando a inclusão do assunto e sua participação na próxima reunião do conselho. A intenção, afirma, é mostrar aos integrantes do Confaz quanto o PNBL pode  avançar quando a carga tributária for reduzida. “Achamos que seria importante os estados avançarem na desoneração do ICMS pelo menos para a banda larga popular”, frisou.

Em uma conta de serviço de telecomunicação de cerca de R$ 100,00 o valor da carga tributária incidente corresponde a quase um terço desse valor, exemplifica o ministro. O próximo encontro vai reunir os secretários de Fazenda dos estados e do Distrito Federal e o ministro da Fazenda. “Vamos fazer também uma pequena exposição sobre como anda o setor de telecomunicações e sobre o que poderíamos avançar se tivéssemos condições de melhorar, diminuir a carga tributária”, diz.

Com informações do Ministério das Comunicações

Pesquisa mede 'efeito Telebrás' nos preços da banda larga

Luís Osvaldo Grossmann, Convergência Digital

“O que já fazia parte do imaginário do setor de Telecomunicações ganhou uma medição que demonstra como o simples anúncio de que a Telebrás seria reestruturada teve efeito imediato no mercado de oferta de acesso a internet no país. Apenas a publicação do Decreto 7.175/2010, que estabeleceu o Plano Nacional de Banda Larga e deu novas atribuições à estatal conseguiu baixar os preços praticados em até 30%.

A pesquisa, feita por Lilian Bender Portugal, da diretoria comercial da Telebrás, buscou exatamente identificar os preços praticados antes e depois da publicação do Decreto, em maio do ano passado. Como o universo estudado restringiu-se a 30 localidades, o presidente da empresa, Caio Bonilha, acredita que o efeito tenha sido ainda maior.

Foram levantados os valores cobrados por três operadoras, no mercado de atacado - ou seja, a venda de capacidade para provedores de serviços de internet, com efeitos distintos. Em uma a redução média foi de 11,9%. Na segunda, os preços caíram 18,93%. E na terceira, o impacto nas ofertas do serviço chegou a 28,92%.

Embora tenha sido realizada no ano passado, a avaliação da autora ainda parece válida. “Apesar deste processo ainda estar em fase de estruturação, o mercado brasileiro já começa a reagir. Por um lado, locais antes ignorados, agora estão recebendo atenção e, por outro, as empresas estão praticando preços menores aos até então vigentes.”
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Acordo prevê banda larga popular a 5 Mbps até 2015

Agência Brasil

“Empresas termos de compromisso firmados recentemente entre o governo e as operadoras de telefonia fixa para a oferta de banda larga preveem que, além de oferecer internet com velocidade de 1 megabit por segundo (Mbps) a R$ 35 por mês, as empresas devem disponibilizar internet com velocidade de pelo menos 5 Mbps ao maior número possível de municípios até 2015.

O acordo no Plano Nacional da Banda Larga (PNBL) não prevê metas de cobertura, nem define preços para a oferta de internet a 5 Mbps, apenas diz que as empresas deverão se esforçar para tornar técnica e comercialmente disponível um plano de serviço de banda larga no varejo com esta velocidade. "É um cenário de uma intenção conjunta futura de trabalhar para aumentar a velocidade", disse nesta sexta-feira o secretário executivo do Ministério das Comunicações, Cezar Alvarez.

O prazo para que todos os municípios brasileiros possam contar com internet de 1 Mbps a R$ 35 acaba em dezembro de 2014, mas as cidades que serão sede de jogos da Copa do Mundo e suas regiões metropolitanas deverão estar atendidas até a realização do Mundial.

No fim de junho, as concessionárias de telefonia fixa assinaram um termo de compromisso com o governo, garantindo o início da oferta de internet com velocidade de 1 Mbps a R$ 35 por mês em até 90 dias. A vigência do termo de compromisso termina em 31 de dezembro de 2016.”

Banda Larga pode receber investimentos de R$ 1 bi até 2014

Volume de recursos destinados ao PNBL depende dos acordos que forem formalizados com operadoras e consórcios nos municípios.

Edileuza Soares, Computerworld / IDG NOW!

A Telebrás está trabalhando com três projetos de investimentos para colocar o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) em operação em julho e chegar em 2014 com cobertura acima dos 160 municípios estabelecidos inicialmente. Segundo informou o secretário executivo do Ministério das Comunicações, Cezar Alvarez, tratam-se de planos de engenharia com destinação de recursos que podem chegar até 1 bilhão de reais nos próximos quatro anos, dependendo dos acordos formalizados.

O primeiro projeto envolve investimentos de 350 milhões de reais, cujo valor já está no orçamento atual da Telebrás. O segundo cenário trabalha com a possibilidade de um aporte de 650 milhões de reais, dependendo dos acordos operacionais que forem firmados para construção da rede nacional. “Em algumas áreas, poderemos substituir o WiMax por fibra”, disse Alvarez, que esteve nesta terça-feira, 14/6, em São Paulo, participando do 9 Wireless Mundi.”
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Preços caem, mas metade do mundo continua sem Internet

Convergência Digital

“Seguindo a linha do que já vem defendendo a União Internacional de Telecomunicações, a Comissão de Banda Larga para o Desenvolvimento Digital, ligada à Unesco, resolveu indicar, em sua terceira reunião, realizada nesta segunda-feira, 6/6, que os governos de todo o mundo devem formular e aplicar, rapidamente, planos nacionais para a internet rápida.

“Quanto mais barata e acessível for a banda larga, melhores são as perspectivas econômicas de crescimento de um país”, sustentou o secretário-geral da UIT, Hamadoun Touré. Apesar dos benefícios inegáveis, a própria UIT sinaliza que os preços estão mais baixos, mas a maior parte do mundo continua sem conexão. De acordo com a entidade, os valores pagos caíram cerca de 50% nos últimos dois anos, especialmente nos países em desenvolvimento.

Segundo a UIT, a banda larga é mais barata em países como Mônaco, Taiwan, Liechtenstein, Estados Unidos e Áustria – nesses e em outros 26 países, o custo do serviço é inferior a 1% da renda nacional per capita. Por outro lado, em pelo menos 19 países, especialmente na África, o custo mensal é superior a 100% da renda per capita.

A avaliação da Comissão é de que 30% da população mundial usa a internet, ainda que com diferenças. Metade dos habitantes de países desenvolvidos conta com banda larga móvel, enquanto um quarto deles tem acesso fixo – já nos países em desenvolvimento, a penetração é muito menor – somente 5,4% têm banda larga móvel, e 4,4%, fixa.”
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Banda larga móvel cresce 138% no Brasil



adNews

“A diferença entre o crescimento apresentado pela banda larga móvel e fixa no Brasil está cada vez mais larga. A primeira modalidade saltou 138% em 2010, enquanto a segunda teve alta de apenas 21%, informou o IDGNow!.

O site se baseou no estudo "Balanço da Banda Larga", desenvolvido pela Huawei em parceria com a Teleco. Os dados mostram que os acessos mobile ganharam a dianteira no começo de 2010, com 20,6 milhões de acessos ante 13,8 milhões da rede fixa. Já no primeiro trimestre deste ano, ocorreu alta para 24,4 milhões e 14,5 milhões, respectivamente.

A expectativa das empresas responsáveis pelo levantamento é que até o final do ano a banda larga móvel tenha subido para 32 milhões de acessos e a fixa, para 17 milhões.
O Brasil está bem acima da média de crescimento mundial, que ficou em 33.7% (móvel) e 17.8% (fixa) durante o ano passado.”
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Banda larga é campeã de queixas na Anatel

Agência Brasil

“As reclamações contra as operadoras de telecomunicações feitas à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) tiveram um forte aumento em fevereiro deste ano, em comparação com o mesmo período de 2010.

De acordo com os últimos dados publicados pela Anatel, foram registradas 153,7 mil queixas, 35,7% superior às 113,2 mil realizadas em fevereiro do ano passado.

As reclamações sobre internet banda larga foram as que mais cresceram. Saltaram de 15,06 mil reclamações em fevereiro do ano passado para 24,2 mil este ano - um salto de 60,8%. O serviço de TV por assinatura também teve forte elevação: foram de 5,52 mil queixas em 2010 para 8,18 mil, um aumento de 48,1%.

Sobre telefonia fixa, as queixas subiram 38,3% - de 38,2 mil em fevereiro de 2010 para 52,8 mil - e na telefonia móvel o crescimento foi de 26% - as queixas passaram de 51,7 mil para 65,4 mil este ano.

Dados do Procon de São Paulo também mostram a tendência de crescimento nas reclamações dos serviços de telecomunicações. De acordo com a assistente de direção do órgão, Marta Aur, as empresas são conhecedoras dos problemas, mas não apresentam soluções.

"Nada justifica o aumento. As empresas já conhecem os problemas, que não mudaram, continuam sendo os mesmos: cobrança indevida, problemas com o contrato, problemas de sinal. O ideal é que as empresas prestassem serviço de mais qualidade e se preocupassem em atender melhor os seus clientes e consumidores”, afirma.”

Acessos à banda larga por telefonia móvel quase duplicam em um ano

Agência Brasil

“O número de acessos em banda larga fixa e móvel das operadoras de telecomunicações chegou a 37,4 milhões em fevereiro, crescimento de 52% nos últimos 12 meses. De acordo com levantamento feito pela Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), foram ativados 12,8 milhões de acessos no período.

Os acessos por meio do Serviço Móvel Pessoal (SMP), que inclui modems de conexão à internet e telefones celulares de terceira geração (3G), como os smartphones, passou de 12,9 milhões em fevereiro de 2010 para 23,6 milhões no fim do mês passado, crescimento de 81,9% no período. Os acessos por meio de banda larga fixa passaram de 11,6 milhões para 13,8 milhões no mesmo período, o que representa um crescimento de 18,8%.

De acordo com a Telebrasil, 67% dos domicílios brasileiros que têm computador estavam conectados em banda larga no fim de 2010. Os números incluem conexões em banda larga fixa e as oferecidas por meio de modems de acesso à internet móvel.”

Governo pode mudar metas se houver opção para a banda larga

Luís Osvaldo Grossmann, Convergência Digital

“Se a negociação sobre as novas metas de universalização parece avançar pouco, apesar das reuniões quase diárias sobre o assunto, é porque as concessionárias ainda não conseguiram colocar à mesa uma proposta capaz de convencer o governo a rever o que foi colocado pela Anatel no novo plano geral, o PGMU 3.

A disposição para isso existe, pelo menos no campo da banda larga. A própria Anatel já acenou com a possibilidade de retirar do PGMU as metas de backhaul, deixando esse tema para o Plano Geral de Metas de Competição. Mas para que isso aconteça, as empresas precisam apresentar uma alternativa que atenda o objetivo de massificar o uso da internet no país.

Alguns dos representantes das concessionárias que participam das reuniões chegaram a dizer que ainda não houve tempo hábil para que uma proposta como essa fosse construída. Ao mesmo tempo, há sinais de que esse cenário poderia começar a mudar a partir desta quarta-feira, 9/2, quando haverá reuniões em separado com as teles, antes de um novo encontro, nesse mesmo dia, de todos os negociadores.”
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Agruras da banda larga

João Brant, Envolverde / Brasil de Fato

“O Brasil é um dos países em que o serviço de internet em banda larga é mais caro, tanto em valores absolutos como se considerado o poder aquisitivo da população.

Todos sabem que a internet em banda larga no Brasil é cara, lenta e para poucos. Apenas 27% das residências são conectadas à banda larga, isso considerando como 'largas' conexões a partir de 256 kbps. O Brasil é um dos países em que o serviço é mais caro, tanto em valores absolutos como se considerado o poder aquisitivo da população. E a velocidade ofertada é mentirosa, como denunciam as próprias letras miúdas do contrato – as empresas só garantem 10% da velocidade contratada.

Se pensarmos que a internet viabiliza o acesso a diversos serviços, amplia o acesso ao mercado de trabalho e fortalece a diversidade informativa e cultural, o problema é grave. Concorrência quase não existe; na maioria dos casos, o serviço é prestado só pela operadora de telefonia fixa. Na longa distância, o quadro é ainda pior. Algumas prefeituras tentam oferecer serviço gratuito para a população, mas se veem frente ao controle da rede de longa distância por operadoras privadas monopolistas, que cobram quanto querem.”
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Governo quer limpar faixa de frequência para levar banda larga aos rincões


Agência Brasil

“O Ministério das Comunicações quer disponibilizar a partir do ano que vem a faixa de frequência de 450 megahertz (MHz) - atualmente utilizada pela Polícia Federal - para levar internet em alta velocidade para áreas rurais. Em dezembro, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) deu prazo de cinco anos para a limpeza da faixa.

De acordo com o ministério, já estão previstos R$ 70 milhões no Orçamento Geral da União para adequação dos equipamentos à faixa de frequência. O secretário executivo do ministério, Cezar Alvarez, disse que já foram iniciadas as tratativas com o Ministério da Justiça para que a faixa da Polícia Federal seja liberada no fim deste ano ou no início de 2012. Depois da devolução, será aberta uma consulta pública pela Anatel para discutir os critérios que serão adotados na licitação da faixa de frequência.”

Brasil é o 37º em velocidade de banda larga

Vinicius Aguiari, de INFO Online

“A Akamai, empresa especializada em mensuração e soluções para tráfego online, divulgou um relatório que mostra a velocidade média de tráfego nos 50 países com maior número de usuários online.

Segundo o estudo, a Coréia do Sul possui a melhor banda larga do mundo, com uma velocidade média de 16,63 Mbps. Em seguida, aparecem Hong Kong, com velocidade de 8,57 Mbps, e o Japão, com 8,03 Mbps.

Romênia (6,80 Mbps) e a Holanda (6,50 Mpbs) fecham o grupo dos cinco melhores.

Os Estados Unidos aparecem na 12º colocação, com velocidade de tráfego média de 4,6 Mbps.

Apesar de ser o quinto país em número de usuários --atrás somente da China, Estados Unidos, Japão e Índia--, o Brasil aparece como 37º no ranking quando o quesito é a velocidade de tráfego. A média de velocidade por aqui é 1,36 Mbps.

O Brasil fica atrás de vizinhos sul-americanos como Chile (2,19 Mbps), Colômbia (1,65 Mbps), e Argentina (1,55 Mbps).

O relatório mostra ainda que 15% dos usuários brasileiros possuem conexão com velocidade inferior a 256 Kbps; 66% estão ligados a uma linha com velocidade entre 256 Kbps e 2 Mbps; 16% possuem conexões entre 2 Mbps e 5 Mpbs; e apenas 3% possui banda larga com velocidade de 5 Mbps ou superior.

Na base da lista, aparecem o Irã (0,41 Mbps), Nigéria (0,5 Mbps), e Indonésia (0,63 Mbps). Somados, os 50 países possuem 1,8 bilhão de usuários online, segundo a Akamai.”

Vamos levar web para classe D, diz Telebrás


Rogerio Jovaneli, de INFO Online

“Em palestra nesta manhã (28) no Futurecom, o presidente da Telebrás, Rogério Santanna comentou sobre o Plano Nacional de Banda Larga.

No evento, o executivo foi taxativo ao dizer como pensam Telebrás e governo: “cabe ao Estado intervir e induzir a concorrência. Nosso foco é fomentar o acesso das classes C e D. Com maior competitividade, os preços caem”.

A meta do programa é levar internet rápida de baixo custo a 4.283 municípios em 26 estados, mais o Distrito Federal, atendendo a 84% da população brasileira até 2014.

O governo quer elevar o número de domicílios com banda larga dos cerca de 12 milhões, registrados em 2009, para até 40 milhões daqui a quatro anos.

“A meta para 2010 é conectar 100 cidades, mas não sei se conseguiremos cumprir, afirmou Santanna, justificando, para eventuais atrasos, possíveis brigas jurídicas.

“A questão da infra-estrutura é algo complicada. Há dificuldades de implantação, abrir um buraco para colocar dutos, ainda mais em uma cidade como São Paulo. Nesse caso, penso que cabe uma lei para obrigar o compartilhamento de infra-estrutura”, argumentou.”
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Confira as cem primeiras cidades incluídas no Plano Nacional de Banda Larga

folha.com

“O presidente da Telebrás, Rogério Santanna, anunciou nesta quinta-feira (26), último dia do Fórum Brasil Conectado, a lista das cem primeiras cidades que serão conectadas à internet rápida pelo PNBL (Plano Nacional de Banda Larga), totalizando 14.068.645 habitantes atendidos.

Com 58 municípios, o Nordeste será a região do Brasil mais atendida seguida do Sudeste, com 30.

O PNBL, lançado em maio pelo Ministério das Comunicações, tem como meta trazer banda larga para 40 milhões de brasileiros até 2014 com dois planos a preços populares: R$15 e R$35, com velocidade mínima de 512 Kbps (kilobits por segundo), além de levar acesso a banda larga para todos os órgãos do governo e ampliar o acesso móvel.

A elaboração do PNBL teve inspiração nas Metas do Milênio aprovadas por 191 países em 2000, por iniciativa da ONU.”
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