No final, só restará na Terra um organismo vivo. Minúsculo


"Os seres humanos já terão desaparecido há muito tempo. Daqui a dois bilhões de anos, quando a Terra estará sendo “assada” pelo Sol, os últimos que a habitarão serão microrganismos resistentes ao calor, à aridez e à falta de oxigênio

Luis Pellegrini,  Brasil 247

Um dia, num futuro ainda distante, nosso planeta se transformará no mais hostil e inóspito dos habitats. E não será um humano que vencerá a corrida da sobrevivência. Será um microrganismo que terá se adaptado às condições mais extremas: a ele tocará o título de “último ser terrestre” digno desse nome.

Um grupo de pesquisadores das Universidades Saint Andrews, Dundee e Edimburgo, na Escócia, utilizou um algoritmo para prever o destino do nosso planeta dentro de alguns milhões de anos. O destino da Terra está naturalmente ligado ao do Sol, que se tornará, ao longo da sua evolução, cada vez mais quente e brilhante. Dentro de dois bilhões de anos, segundo os especialistas, o calor do Sol será tão intenso que os oceanos começarão a evaporar.

Ilustração artística da Terra nos seus primórdios. Paisagem semelhante deverá ocorrer no final dos tempos de nosso planeta
 A abundante evaporação da água oceânica e as consequentes reações com a água das chuvas – que serão constantes e torrenciais - causarão um dramático abaixamento dos níveis de bióxido de carbono na atmosfera, com o consequente desaparecimento das plantas que dependem do CO2 para realizar a fotossíntese. Sem as plantas e com temperaturas cada vez mais elevadas, a Terra será mais e mais árida e destituída de oxigênio. Poderemos dizer adeus aos animais (mas o homem há muito já terá desaparecido da face do planeta): nessa fase a Terra se tornará domínio absoluto dos micróbios."
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