Países assinam declaração contra o comércio ilegal de animais

"Os signatários se comprometeram a erradicar a prática, agindo em seus territórios para barrar a oferta e a demanda de produtos provenientes da fauna selvagem

Fernanda B. Müller, Carbono Brasil

Quarenta e seis países, incluindo o Brasil, assinaram nesta quinta-feira (13) uma declaração se opondo a crimes contra a vida selvagem globalmente. Mesmo não sendo um texto compulsório, como as definições da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Flora e Fauna Selvagem Ameaçadas de Extinção (CITES), o documento foi comemorado por algumas ONGs que trabalham na área.

A declaração foi resultado da Conferência de Londres sobre o Comércio Ilegal da Vida Selvagem, organizada pelo governo britânico. Os príncipes Charles e William lançaram um vídeo que visa sensibilizar o mundo sobre o assunto.
A caça de animais selvagens tem assumido níveis estratosféricos nos últimos anos, incentivada pela demanda crescente por produtos como o marfim, ossos de tigre e chifre de rinoceronte, especialmente vinda da medicina oriental. O marfim dos elefantes, por exemplo, é usado especialmente como objeto de ostentação, custando mais caro que ouro.

A ONG Liga de Ação para os Elefantes denunciou, em um relatório do ano passado, que a atividade está inclusive financiando o terrorismo de grupos como o Al-Shabaab, extremistas somalis. O marfim é o “ouro branco da Jihad”.
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