Queima de carvão estaria encurtando a vida de 500 milhões de chineses em 5,5 anos


Jéssica Lipinski, Instituto CarbonoBrasil

“No começo do ano, diversas cidades da China reportaram níveis altos de poluição que ultrapassavam o limite fixado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como o máximo aceitável para o bem-estar humano. Agora, uma pesquisa realizada por cientistas chineses, norte-americanos e israelenses indica que toda essa poluição, ligada à queima de carvão, pode encurtar a vida de parte da população chinesa em cerca de 5,5 anos.

Segundo o estudo, aproximadamente 500 milhões de pessoas na China são afetadas por altos níveis de poluição, especialmente no norte do país, onde, entre 1950 e 1980, uma política  estimulou a distribuição de carvão grátis para alimentar caldeiras de aquecimento. Já ao sul do rio Huai – que serve como delimitador entre as regiões norte e sul do país – essa política não foi implementada.

O resultado é que a região norte apresenta níveis maiores de poluição do que a região sul, chegando a atingir 550 microgramas de partículas de poluentes por metro cúbico, quase 50 vezes mais do que os padrões internacionais de qualidade do ar. No estudo, os pesquisadores definiram que, para cada 100 microgramas de partículas de poluentes por metro cúbico, a expectativa de vida cai em média três anos.”
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