Expansão monetária, o remédio pode ser pior do que a doença


Fernando Cardim de Carvalho, IPS / Envolverde


“Os líderes mundiais demoraram algum tempo para se darem conta de que a crise financeira, iniciada após o colapso do setor das hipotecas de alto risco nos Estados Unidos, em 2007, não esgotaria seus efeitos em uma simples recessão.

Durante a maior parte de 2007 e 2008, as autoridades governamentais, especialmente nos Estados Unidos, argumentaram, corretamente, que os créditos hipotecários de alto risco eram um segmento relativamente pequeno do sistema financeiro norte-americano, concluindo, erroneamente, que a crise poderia ser facilmente contida mediante os recursos convencionais à disposição do Departamento do Tesouro e do Federal Reserve.

Entretanto, a crise se estendeu a outros setores dos mercados financeiros norte-americanos e, em setembro de 2008, com a quebra do Lehman Brothers, se propagou para grande parte do mundo.

Sucessivamente, a provisão de créditos se contraiu e a crise financeira se transformou em uma crise econômica, com uma produção minguante e crescente desemprego.”
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