A tecnologia e a aposta na minimização da insustentabilidade

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Redação, IHU On-Line / Envolverde

“A nova geração aprendeu a compartilhar o tudo que faz. E esse modelo que estamos experimentando será um modelo compartilhado. A energia, tal como a internet, será compartilhada também”, afirma o engenheiro mecânico Jefferson Gomes.

“O ser humano por si só é insustentável”. Por isso, assinala Jefferson de Oliveira Gomes, não se pode tratar o conceito “sustentabilidade como algo que está simplesmente restrito ao tripé: econômico, social e ambiental”. O engenheiro mecânico aposta no uso e desenvolvimento da tecnologia para “minimizar” a insustentabilidade que está agregada ao modo de vida do homem.

Na entrevista a seguir, concedida à IHU On-Line por telefone, ele explica que os aspectos que geram insustentabilidade em uma determinada época não são os mesmos que geram em outra, e que há uma tentativa de minimizar os efeitos negativos desse processo. A movimentação atual para “tirar a fumaça da cidade gera uma necessidade de consumo energético maior para a propulsão de outros tipos de veículos, e fará com que as casas sejam mais inteligentes. Mas isso não irá ocorrer porque se é legal com o meio ambiente, mas porque vai se querer vender energia para o sistema operador”, aponta. E dispara: “Não existe possibilidade de ‘filantropia’. Não sei se essa é a palavra mais adequada, mas o fato é que ninguém é mais sustentável porque isso é legal para o ambiente. Se existem, são poucos. Tem uma onda chamada Inovação Social, mas efetivamente a característica do ser humano é de predador”.
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