Cidades criam ações para transporte sustentável


Participantes do grupo C40 como Rio de Janeiro, São Paulo, Bogotá e Madri desenvolvem estratégias de carros e ônibus elétricos e híbridos para reduzir emissões de dióxido de carbono e diminuir poluição das cidades

Jéssica Lipinski, Instituto CarbonoBrasil

O que as cidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Bogotá, Santiago do Chile e Madri têm em comum? Além de serem grandes cidades conhecidas mundialmente por suas oportunidades profissionais e variedade turística, elas agora também compartilham iniciativas que buscam tornar o transporte mais sustentável, mitigando as emissões de CO2 e a poluição.

Os projetos desenvolvidos por essas cidades fazem parte de ações do C40, grupo de grandes cidades mundiais que discute alternativas para combater as mudanças climáticas. Atualmente, cerca de 60 cidades participam do C40, entre elas Cairo (Egito), Pequim (China), Sydney (Austrália), Berlim (Alemanha), Paris (França), Nova York (EUA) e Buenos Aires (Argentina). Do Brasil, fazem parte as cidades de Curitiba, Rio de Janeiro e São Paulo.

Entre as estratégias desenvolvidas pelo grupo estão a construção de edifícios verdes, a criação de ciclovias e estímulo a meios de transporte alternativos, desenvolvimento de iniciativas para redução de emissões e de consumo de eletricidade e água, concepção de projetos de eficiência energética, gestão de resíduos etc.

Atualmente, alguns dos projetos que mais têm chamado a atenção são os de transporte sustentável, que visam reduzir as emissões de carbono e diminuir a poluição das cidades. Um desses é o Programa de Teste de Ônibus Híbrido e Elétrico (HEBTP), realizado em parceria com Iniciativa Climática Clinton (CCI) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), e que no último mês publicou um relatório com o parecer dos testes.

Segundo o documento do HEBTP, que avaliou a iniciativa nas cidades latino-americanas de Bogotá, Rio de Janeiro, Santiago do Chile e São Paulo, as tecnologias híbridas produzem volumes até 35% menores de emissões de gases do efeito estufa (GEEs) e de poluentes, e os ônibus são cerca de 30% mais eficientes em combustível do que os comuns, movidos a diesel.’I
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