Conservação dos oceanos exige múltiplas abordagens


As pressões sobre os ecossistemas marinhos têm fontes diversas e precisam ser tratadas com um misto de abordagens de proteção e gestão, mostram iniciativas e pesquisas nacionais e internacionais

Fernanda B. Müller, Instituto CarbonoBrasil

As ameaças ao ambiente marinho são complexas, têm diversas origens e, geralmente, uma forte sinergia, com um fator ampliando as consequências do outro sobre a saúde dos oceanos.

Assim, a mitigação dos impactos das atividades humanas sobre esse ambiente exige múltiplas abordagens de gestão dos diversos setores e atores envolvidos. Entre elas está a criação de Áreas Marinhas Protegidas (AMP - imagem a cima). 

Um novo estudo lançado pela The Nature Conservancy avalia o progresso na proteção dos oceanos considerando os novos requisitos estabelecidos na Meta n° 11 do Plano Estratégico para a Biodiversidade 2011-2020 da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB), que inclui as chamadas Metas de Aichi.

A avaliação, chamada ‘Protegendo os Espaços Marinhos: Metas Globais e Abordagens Mutantes’, foi publicada no periódico Ocean Yearbook Vol. 27, demonstrando que estamos a caminho de alcançar a meta de ter 10% dos oceanos como AMP até 2020, determinada pela CDB. 

Porém, os autores indicam que não estamos prontos para cumprir com os novos requisitos da CDB, determinados pelas Metas de Aichi na conferência realizada em Nagoya (Japão) em 2010, em especial a proteção de muitos dos serviços ecossistêmicos que a crescente população costeira requer.”
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