Pesquisa em carbono promete mudar teoria da origem da vida


Hazen: o carbono "é o elemento da vida, o que deu origem à vida. É um dos aspectos que estamos tentando entender, de onde veio a vida"
A iniciativa, conhecida como Deep Carbon Observatory (DCO), completa três anos de trabalhos com a publicação hoje de um volume de 700 páginas

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Toronto (Canadá) - Uma equipe internacional de cientistas divulgou nesta segunda-feira os primeiros resultados de um amplo programa de pesquisa de 10 anos sobre o carbono que pode mudar teorias atuais sobre a origem da vida na Terra ou a busca de soluções para a mudança climática.

A iniciativa, conhecida como Deep Carbon Observatory (DCO), completa três anos de trabalhos com a publicação hoje de um volume de 700 páginas que contém as principais descobertas, assim como as novas incógnitas geradas pelo trabalho de cerca de mil cientistas de 40 países.

O diretor-executivo do DCO e cientista da Instituição Carnegie, o Robert Hazen, disse à Agência Efe durante uma visita a Toronto que um dos principais objetivos do programa, que tem um orçamento de US$ 500 milhões, é saber com exatidão quanto carbono está armazenado nas profundezas da Terra e onde.

"Estamos interessados em saber quanto carbono há, onde está, como se movimenta de uma parte a outra do planeta, quais são suas formas, estamos muito interessados no fenômeno da vida microbial em grandes profundidades e como afeta o ciclo do carbono", declarou Hazen.

"É realmente um esforço para entender o carbono em escala global, da superfície ao centro da Terra, não só o ciclo do carbono mais superficial e do qual a maioria das pessoas fala, mas um ciclo mais profundo que representa 90%, ou mais, do carbono em nosso planeta", acrescentou.”
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