Campus Party: direitos humanos também é debate de nerd


Leonardo Sakamoto, Blog do Sakamoto

Na manhã desta sexta (01), uma roda de debates, promovida pela Secretaria de Direitos Humanos e Participação Social de São Paulo, aqui na Campus Party, percorreu a pergunta: como a administração pública pode criar mecanismos de diálogo aberto sobre direitos humanos no município? Calma, a frase é longa, mas a ideia é boa.

Uma quantidade incomodamente grande de paulistanos é homofóbica, machista, racista, preconceituosa. Violenta com pessoas com deficiência. Estúpida com quem não tem carro. Ignorante com quem não acredita em Jeová como seu deus supremo. Independentemente do posicionamento político, até porque idiotice não vê ideologia.

A discussão é longa, mas levantei alguns pontos no debate que compartilho com vocês. Primeiro, a administração municipal deveria criar espaços físicos e virtuais que promovam o contato entre grupos que sofrem preconceito e o restante dos moradores da cidade. Historicamente, mandamos quem foge do padrão “homem/mulher, brancos e cristãos” para guetos. Físicos e virtuais – uma vez que eles estão lateralmente nos locais que concentram audiência da internet. Defendemos que os membros desses guetos façam o que quiserem, desde que longe dos olhos dos “homens de bem”.
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