A vida urbana muda o nosso cérebro



“A vida frenética das metrópoles modifica nossas capacidades cognitivas, adaptando-as às necessidades das modernas selvas de pedra. Confira os resultados de uma curiosa pesquisa realizada na Grã Bretanha

Brasil 247 / Oásis

Caminhar pelas ruas da cidade grande com um olho no tráfego e o outro no semáforo, admirando as vitrines e evitando esbarrar em outros pedestres são atividades de alto consumo cerebral. Quem vive nos densos aglomerados urbanos mostra uma capacidade de atenção geral inferior à de quem mora em zonas mais tranquilas. O cérebro se altera e modifica as suas capacidades segundo o lugar onde se vive.

Vou embora para o campo
Um dos protagonistas da pesquisa, publicada no Journal of Experimental Psychology, foi a população Himba, da Namíbia, parte da qual ainda vive segundo os padrões tradicionais da pecuária rural, enquanto uma outra parte adotou um estilo de vida tipicamente ocidental.
Os psicólogos solicitaram aos voluntários que observassem um telão com numerosos elementos e focalizassem a atenção num elemento particular. O teste, conduzido com sistemas que permitem gravar os movimentos dos olhos, deixou evidente como os himbas urbanos têm maior tendência a se distrair e a perder o foco do objetivo apontado.
Num segundo teste, os pesquisadores sobrecarregaram a memória dos himbas rurais, solicitando que recordassem diversas sequências apresentadas entre uma sessão e outra das provas de observação: esse estresse levou sua capacidade de atenção ao mesmo nível dos himbas urbanos.”
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