Onda de calor catastrófica assola a Austrália



O primeiro-ministro australiano alerta para condições climáticas ainda mais extremas por vir. A temporada de queimadas da Austrália atingiu com força a região na semana passada, impulsionada por uma onda de calor recorde de costa-a-costa que vai continuar ininterruptamente nos próximos dias. Um novo recorde foi estabelecido segunda-feira na Austrália, quando a temperatura máxima média atingiu 40,33 graus Celsius

James West, Carta Maior

Todo australiano conhece bem o cheiro de eucalipto queimando. Quando criança, lembro-me de encher banheiras e regar com mangueira a casa enquanto brasas sobrevoavam e o gramado ficava cinzento de cinzas. Os álbuns de fotografias da família praticamente viviam por um mês a cada verão na parte de trás do carro.

Tão comuns são os incêndios neste lugar grande e seco (o continente mais seco habitado na Terra) que recebem uma estação só para si, a "temporada de incêndios florestais", que começa no final de dezembro e continua até o auge do verão, com transmissões de emergência previsíveis , os moradores em pânico fugindo em seus carros, e do debate interminável sobre os planos de evacuação e queima controlada.

É uma velha história, mas que os cientistas advertem: vai se tornar cada vez mais comum por conta da mudança climática.

A temporada de queimadas da Austrália atingiu com força a região na semana passada, impulsionada por uma onda de calor recorde de costa-a-costa que vai continuar ininterruptamente nos próximos dias. Um novo recorde foi estabelecido segunda-feira na Austrália, quando a temperatura máxima média atingiu 40,33 graus Celsius (aproximadamente 104,6 graus Fahrenheit), batendo o recorde anterior, estabelecido em 1972*: Sim, isso é uma média máxima.”
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