Em 10 anos, DNA poderá ser o novo pendrive

Pesquisadores britânicos conseguiram armazenar arquivos digitais em um DNA sintético feito de polímero

Maria Fernanda Ziegler, iG

European Molecular Biology Laboratory
Nick Goldman analisa a DNA sintético usado para armazenamento de dados digitais

Em vez de pen drives, CDs ou discos rígidos, a próxima mídia de armazenamento de dados pode ser o ácido desoxirribonucleico, também conhecido como DNA. Os cientistas Nick Goldman e Ewan Birney, do Instituto Europeu de Bioinformática, anunciaram nesta quarta-feira (23) conseguiram armazenar uma variedade de arquivos, entre eles um trecho do discurso em MP3 do famoso discurso “I have a dream" (em inglês, "Eu tenho um sonho”) de Martin Luther King e os154 sonetos de Skakespeare, em um DNA sintético, feito de polímeros.”
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