Cientistas prendem minicâmeras em pinguins e 'flagram' caçadas


Pinguins filmados com as câmeras especiais durante a pesquisa, na Antártica (Foto: Reprodução/"PNAS")

Animais se mostraram caçadores eficientes e ágeis, segundo estudo.
Pinguins da Antártica chegaram a capturar dois crustáceos por segundo.

Do Globo Natureza, G1

Cientistas japoneses usaram minicâmeras de vídeo, presas nas cabeças e nas costas de 14 pinguins, junto com acelerômetros (aparelhos para medir  movimentos), para estudar o comportamento destes animais ao caçar nas águas oceânicas geladas da Antártica.

O estudo, publicado no periódico "Proceedings of the National Academy of Sciences", nesta segunda-feira (21), afirma que monitorar animais selvagens enquanto eles caçam, comem e se movimentam, principalmente em ambientes marinhos, é muito difícil e quase sempre resulta em dados imprecisos.”
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