Terapia com botos ajuda a tratar crianças deficientes na Amazônia

Crianças participam de bototerapia no Rio Negro, no Amazonas


“Bototerapia leva grupos mensalmente para ter contato com os animais. Equipe atua para preservar boto-vermelho ameaçado, afirma veterinário.

Rafael Sampaio, G1

Uma nova técnica para ajudar no tratamento de crianças e jovens com deficiência têm atraído público cada vez maior no estado do Amazonas. Criada há sete anos pelo fisioterapeuta Igor Simões Andrade, a bototerapia se propõe a levar os jovens a travar contato com os animais, parentes dos golfinhos que habitam rios na região.

As crianças interagem, brincam e acabam conhecendo mais sobre o meio ambiente dos botos, o que ajuda a trazer auto-estima e a amenizar efeitos de certos problemas, segundo Andrade.
Acompanhados dos pais, os jovens são levados em grupos de cinco ao encontro dos botos, uma vez por mês.

“A terapia pode, por exemplo, ajudar uma criança muito agitada, que não dorme, hiperativa. Ela entra em contato com o animal e com o tempo acaba cochilando no barco, coisa que nunca aconteceu. Para cada caso, tem uma coisa que favorece o tratamento", diz o fisioterapeuta.

A ideia é levar gratuitamente jovens deficientes que não teriam condições de pagar um tratamento como este, pondera Andrade. Podem ser crianças com hemofilia, leucemia, cegas, surdas, com problemas motores ou com autismo, por exemplo. Elas são levadas de barco até o local onde ocorre a bototerapia.”
Foto: Diogo Lagroteria/Divulgação
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