O mau exemplo da Apple


Andre trigueiro, do G1

“O gênero de resíduos que mais cresce no mundo é o lixo eletrônico, ou seja, pilhas, baterias e tudo o que precise de eletricidade para funcionar (computadores, televisores, aparelhos de som,etc). Os obsessivos lançamentos de novos produtos e o encurtamento da obsolescência programada (equipamentos projetados para durar pouco) são responsáveis por uma “tsunami” de lixo eletrônico que já ultrapassou 50 milhões de toneladas/ano em todo o mundo.

Para reduzir o volume de lixo – e facilitar o reúso ou a reciclagem dos componentes – os Estados Unidos criaram uma certificação ambiental para produtos eletrônicos (EPEAT  http://www.epeat.net ) que valoriza, entre outras iniciativas, eficiência energética, maior facilidade para desmontar o equipamento após o descarte e segurança na segregação dos componentes tóxicos.

Segundo reportagem do Wall Street Journal (http://on.wsj.com/M2tLpV), o Governo dos Estados Unidos exige que 95% dos produtos eletrônicos adquiridos com recursos públicos sejam certificados pelos padrões da EPEAT. Também seguem a certificação grandes empresas como a Ford e HSBC. Duzentas e vinte e duas das mais importantes universidades norte-americanas também dão preferência a computadores certificados pelo EPEAT.

Pois a mesma reportagem informa que um funcionário da Apple avisou, no final de junho ao Diretor Executivo da EPEAT,Robert Frisbee, que a orientação de design da empresa não era mais compatível com as exigências da EPEAT, e que por isso, pediu para tirar da lista de produtos sujeitos à certificação ambiental 39 computadores desktop, monitores e laptops (incluindo alguns modelos MacBook Pro e MacBook Air).”
Artigo Completo, ::AQUI::

Nenhum comentário: