Greenpeace reúne um milhão de assinaturas pelo Ártico


Campanha global lançada durante a Rio+20 mobilizou protestos em 110 cidades e conseguiu o apoio de mais de um milhão de pessoas para tentar impedir a exploração de petróleo e a pesca predatória na região

Redação, Instituto CarbonoBrasil/Greenpeace

Em junho, no dia do solstício, quando o sol não se apagou por 24 horas no Círculo Polar Ártico, o Greenpeace começou uma corrida contra o tempo para transformar um dos mais frágeis ecossistemas do planeta em santuário global.

A exemplo do que ocorreu vinte anos atrás com a Antártida, declarada santuário justo quando a indústria da mineração avançava sobre seu território, a campanha do Greenpeace pretende mobilizar cidadãos de todo o mundo para que a ONU aprove uma resolução que torne o Ártico um território global.

As poucas esperanças de avanços durante a Rio+20, entretanto, fracassaram devido ao lobby dos Estados Unidos, Canadá e Rússia – as três nações que possuem territórios no Ártico.

Porém, a sociedade vem percebendo que não precisa esperar pelos governos para buscar as mudanças que deseja. Uma prova disso são os resultados da campanha, apresentados nesta segunda-feira (23).

Em um mês de mobilizações, foram realizados protestos em dezenove países, em 110 cidades diferentes, e reunidas um milhão de assinaturas pela criação de um santuário no Ártico para proteger o frágil ecossistema.”
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