Cientistas pedem por ações para resolver problemas de recursos naturais e catástrofes


Jéssica Lipinski, Instituto CarbonoBrasil

“Membros da comunidade científica mundial lançaram nesta quinta-feira (10), para o encontro de líderes do G8 no final deste mês, declarações conjuntas pedindo que governos de todo o mundo – sobretudo dos países desenvolvidos – unam forças para resolver alguns dos maiores problemas ambientais enfrentados em nível global.

As três declarações pedem que os líderes mundiais deem prioridade para encontrar maneiras coerentes de atender simultaneamente às necessidades de água e energia, de criar resiliência a desastres e de desenvolver formas melhores de mensurar as emissões de gases do efeito estufa (GEEs), a fim de saber se os países estão cumprindo suas metas de redução.  

Os documentos foram assinados por academias nacionais de ciência de 15 países – África do Sul, Alemanha, Brasil, Canadá, China, Estados Unidos, França, Índia, Indonésia, Itália, Japão, Marrocos, México, Reino Unido e Rússia.

A primeira questão abordada pede que os assuntos ligados à água sejam relacionados estreitamente às questões energéticas, caso contrário poderá haver problemas de oferta e abastecimento dos dois. O texto recomenda que governos desenvolvam políticas que aliem os dois temas, estimulando a conservação e incentivando as cooperações regionais, nacionais e internacionais.
“Grandes estresses na disponibilidade de energia e água já estão sendo sentidos em muitos países e regiões e mais [estresses] são previstos. Sem considerar a água e a energia conjuntamente, ineficiências ocorrerão, aumentando a escassez de ambas”, comentaram os autores da declaração.

O segundo ponto abordado é sobre as possibilidades para prevenir e minimizar os impactos de catástrofes, como enchentes, secas, furacões, tsunamis e acidentes nucleares. “Desastres certamente acontecerão”, observou Michael Clegg, da Academia Nacional de Ciências dos EUA.”
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