De bem com sua memória - Parte 1


Dr. Marco Antônio Arruda, Saúde em Pauta

“Se compararmos nossa memória a um cômodo fechado dentro de uma casa, poderíamos dizer que a atenção é a chave que abre a porta desse cômodo e permite-nos entrar, seja para guardar ou retirar algo que nos é necessário.

Sem a chave, caro leitor, a porta não se abre, você não entra e a memória falha. Não adianta chamar o chaveiro, nem pense em arrombar. É vexame na certa. Um compromisso esquecido, algo perdido, um branco total. “O que eu estava falando mesmo?” “Meu Deus, esqueci de ir à padaria?” “Desculpa, não lembro o seu nome!”

Mas não se assuste, pode ser a correria do dia-a-dia, a dispersão, o excesso de estímulos, as multitarefas, a ansiedade ou o humor. Menos provável que já seja o general alemão a sua espreita, aquele tal de Alzheimer!

Nada melhor do que revermos algumas regras básicas da atenção e memória, baseadas no chamado modelo de Posner, segundo o qual o sistema funcionaria em três módulos distintos: rede de alerta intrínseco (detecção de estímulos ambientais, alarme para a sobrevivência), rede de orientação (conseguir mais informações sobre o estímulo que me permitam decidir o que fazer) e rede de execução (estabelecer prioridades, planejar, controlar impulsos, balancear ações e avaliar os resultados).”
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