Setor privado amplia pauta ambiental para a Rio + 20

DCI

“O governo brasileiro é reconhecido por ter melhorado sua postura em relação ao meio ambiente, mas é um desafio para as políticas públicas avançar no desenvolvimento econômico com preservação dos recursos naturais. E a 120 dias da Conferência Rio + 20, que acontecerá em junho no Rio de Janeiro, é perceptível a preocupação das empresas de adotar práticas sustentáveis, sem perder lucratividade.

Sem deixar o foco da rentabilidade e cientes de que a redução de emissão de gases de efeito estufa, segmentos da indústria correm para melhorar sua imagem junto a investidores e à população. Além de diminuir o uso de soda cáustica em seus processos, as fábricas de celulose lançam mão de suas florestas plantadas para "abater" parte de suas emissões e fechar a conta corrente ambiental. Hoje, o País conta com cerca de 2,2 milhões de hectares de floresta plantada para fins industriais. O setor automotivo, por outro lado, está atrasado em relação ao mundo. O Brasil implantou a Euro 5 no início deste ano, enquanto a Europa já adota regras mais rígidas como a Euro 6.”
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