Fábio de Castro, Agência FAPESP
O documento, no entanto, deveria destacar de forma mais clara e objetiva o princípio de que há um limite natural para o planeta – um conceito central para o desenvolvimento sustentável. A opinião é de Carlos Alfredo Joly, titular do Departamento de Políticas e Programas Temáticos (DEPPT), a Secretaria de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento (Seped) do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e coordenador do programa BIOTA-FAPESP.
“O principal problema com o documento é o fato de não partir do princípio de que há um limite natural para o planeta, e que inevitavelmente teremos que nos adaptar à sua capacidade de suporte. Este é um conceito chave do desenvolvimento sustentável, que não está posto de forma clara e objetiva em parte alguma do documento. Partir desse princípio pode ser a única chance para que a RIO+20 alcance objetivos palpáveis”, disse Joly à Agência FAPESP.
Outras autoridades e especialistas
ambientais também criticaram o documento. O ministro das Relações Exteriores,
Antônio Patriota, contou à Folha de S. Paulo, em reportagem publicada em 8 de fevereiro, que os membros
da comissão nacional que discute a RIO+20 pediram maior detalhamento dos
objetivos de desenvolvimento sustentável no texto do esboço, além da inclusão
de menção a padrões insustentáveis de produção e consumo.”
Matéria Completa, ::Aqui::



0 comentários:
Postar um comentário