Fernanda B. Müller, Instituto
CarbonoBrasil/Agências Internacionais
“O aproveitamento de algas marinhas como
matéria prima para a produção de biocombustíveis tem sido visto como uma forma
menos impactante ambientalmente do que a biomassa produzida no continente e seu
potencial é considerado alto.
Uma pesquisa publicada no periódico Science
desta sexta-feira (20) mostra a inovação tecnológica de um grupo de cientistas
do Bio Architecture Lab (BAL),
Califórnia, que criou microrganismos capazes de transformar algas em
biocombustíveis.
"As espécies naturais de algas
marinhas crescem muito rápido - dez vezes mais do que plantas normais - e são
cheias de açúcares, mas tem sido muito difícil fabricar etanol através da
fermentação convencional", comentou Yannick Lerat, diretor científico do
Centro de Estudos e Valorização das Algas na França.
Por esta razão, os cientistas da Califórnia
desenvolveram um micróbio que extrai de forma mais eficiente os açúcares das
algas e os converte em combustíveis ou elementos químicos renováveis.
"Cerca de 60% da biomassa seca das
algas é açúcar, e mais da metade está bloqueado em um único açúcar, o
alginato", explicou Daniel Trunfo, CEO do BAL. "Nossos cientistas
desenvolveram uma forma de metabolismo do alginato, permitindo a liberação de
todos os açúcares, o que torna as macroalgas uma matéria prima alternativa e
econômica para a produção de combustíveis renováveis e químicos".
Matéria Completa, ::Aqui::



0 comentários:
Postar um comentário