Andreia Sadi, Danilo Fariello e Pedro Carvalho, iG
Por trás do investimento chinês no Brasil anunciado hoje, terceiro maior já feito no País por uma única empresa, está um enorme potencial de adoção de tablets no sistema educacional, público e privado. No mês passado, por exemplo, o grupo Estácio, com mais de 200 mil estudantes, fechou acordo com a Semp Toshiba para importar em caráter experimental 6 mil tablets. Inicialmente, professores e alunos dos cursos de direito, gastronomia e hotelaria, receberão o equipamento – a Estácio quer substituir todo o material impresso por programas eletrônicos.
Atualmente, o governo brasileiro tem em curso uma consulta pública para desonerar de IPI a produção desses tablets, assim como ocorre para os microcomputadores produzidos no Brasil. Nas contas do Ministério das Comunicações, se essa consulta pública se tornar norma, a desoneração fará o preço final dos aparelhos cair em 30%.
A Positivo Informática, uma das principais fornecedoras de computadores para programas do Ministério da Educação, com equipamentos da marca em cerca de 11.800 escolas públicas, deve lançar um tablet no segundo semestre. A empresa, que possui capital aberto, encontra-se em “período de silêncio” e não confirma a data do lançamento, nem se pronuncia sobre os fatos recentes nesse mercado, até o dia 20 de abril.”
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