"Nossos parentes mais próximos na escala evolutiva estão à beira da extinção - revela novo relatório elaborado pela IUCN (União Mundial para a Natureza)Amália Safatle, Terra Magazine
“Com o clima batendo à porta, entrando pelas casas na forma de enchentes, nos cobrindo os joelhos na mais branda das hipóteses, ou nos desidratando em forma de insolação, o assunto do aquecimento global já não é mais distante e nem parece tão técnico.
Nevascas nos Estados Unidos, mortes por frio mundo afora, calorão que um dia desses elegeu o Rio de Janeiro como a cidade mais quente do planeta. Com causas locais e/ou globais, ou mesmo circunstanciais por fenômenos como o El Niño (potencializado ou não por fatores globais), a mudança do clima está na pele.
Ainda assim, não foi possível encontrar uma agenda comum entre povos, por meio de seus representantes reunidos na última cúpula do clima, para amenizar um problema ao mesmo tempo tão longe - pelo seu alcance -, e tão perto.
O que será, então, da agenda da biodiversidade? Antes da COP 16 do clima, a ser realizada no México, Nagoya, no Japão, sediará em outubro a COP 10 da biodiversidade (a 10 ª Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica). Um artigo publicado na revista Nature, em 24 de setembro do ano passado (nº 461), mostra como a questão supera, um termos de extrapolação dos limites físicos da Terra, até mesmo a questão climática.
Não que sejam assuntos estanques: a mudança do clima impacta diretamente na diversidade biológica do planeta e essa perda, por sua vez, não só torna os ecossistemas menos preparados para enfrentar as alterações climáticas como as acentua.”
Artigo Completo, ::Aqui::


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