Fabio Feldmann, Terra Magazine“Esta semana vou escrever sobre algo aparentemente poético mas que merece uma profunda reflexão: "o direito à luz das estrelas e em defesa dos céus noturnos".
De acordo com matéria publicada no Estadão, astrônomos reunidos na 27ª Assembléia Geral da União Astronômica Internacional (IAU na sigla em inglês) resolveram defender o reconhecimento desse direito, lançando uma campanha de conscientização sobre o mesmo, o que para alguns poderia ser encarado como algo supérfluo, ornamental, despropositado.
Na minha opinião, essa campanha é absolutamente vital, uma vez que cada vez mais o mundo se torna urbano, de modo que perdemos completamente a possibilidade de usufruir de um prazer enorme revestido de absoluta simplicidade: olhar o céu, acompanhar as estrelas!
Alguns anos atrás me foi dito que quem olha para o próprio umbigo adquire a escala de um anão e quem olha para cima, a de um gigante. De fato muitas vezes, quando estamos angustiados pelos problemas do dia-a-dia, nos perdemos das questões essenciais, sendo que a energia se vai em coisas irrelevantes. Quando olhamos para cima e vemos a imensidão do céu os problemas se tornam menores.
Simples?
O acesso ao céu depende nos dias de hoje de menos poluição, valendo lembrar que na Ásia existe uma grande nuvem carregada de poluição tóxica que atinge milhares de quilômetros, e em muitas das cidades na China, a poluição do ar é tão grande que os dias são literalmente cinzentos.”
Artigo Completo, ::Aqui::


0 comentários:
Postar um comentário