Folha Online
“O código-fonte do sistema operacional do Google, o Chrome OS, está disponível para download desde esta quinta-feira (19). Por meio de uma atualização no serviço de microblogs Twitter, o funcionário do Google deu detalhes sobre onde é possível fazer download do código-fonte.
Dessa forma, o Google abre a plataforma para desenvolvedores a aprimorarem, por meio de alterações na programação.”
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Google abre código-fonte de sistema operacional para desenvolvedores
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Leitor eletrônico da Sony tem risco de atraso por grande procura
Reuters / Folha Online
“A Sony anunciou no final desta quarta-feira (18) que a demanda inicial para a mais recente versão de seu aparelho de leitura digital foi maior que a esperada e que podem ocorrer atrasos na entrega.
Um porta-voz da Sony divulgou que o aparelho da Sony, que custa US$ 399 e é chamado de Daily Edition, será distribuído com base em critério de ordem de encomenda.
"O número de pessoas que se cadastraram para serem informadas sobre a disponibilidade do Daily superou nossas expectativas nos últimos meses e esperamos alta demanda agora que ele está disponível", disse Kyle Austin em email enviado à Reuters.”
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Versão beta do Microsoft Office 2010 está disponível para download
Folha Online / Gizmodo
“A versão beta do software mais vendido de todos os tempos já está disponível para download a partir desta quarta-feira (18). Trata-se do Microsoft Office 2010 e, segundo o blog de tecnologia Gizmodo, todos devem tê-lo. "Todos nós vamos usar esta coisa em algum ponto ou outro", diz o site.
Há três pacotes da nova versão do Office: um deles é acessado por meio do serviço de armazenamento virtual da empresa, o SkyDrive, e que vai funcionar em esquema similar ao do Google Docs. Ou seja, edição e armazenamento de documentos on-line são possíveis, com 25 Gbytes de espaço disponível.
Outra versão é a Starter, que tem menos ferramentas, e virá instalada gratuitamente em computadores. Completa, a terceira versão ainda não teve seu preço anunciado.”
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Para ser 'de verdade', Copenhague deve perceber necessidade de novo ciclo de desenvolvimento
Guilherme C Delgado, Correio da Cidadania
“A Conferência de Copenhague, que deverá ocorrer no final deste ano, recoloca na agenda mundial as questões do aquecimento global, suas consequências climáticas e principalmente as causas e controle sobre elas, associadas à emissão e controle do dióxido de carbono e de outros poluentes provocadores do efeito estufa.
Conquanto a questão da sustentabilidade ambiental seja mais ampla e complexa que o problema/foco desta Conferência, não resta dúvida de que, se prevalecerem, por imposição do estado de necessidade, mais além da ideologia, metas sérias de controle sobre emissão de dióxido de carbono, o mundo caminharia para um novo estilo de desenvolvimento, no qual os equilíbrios planetários contariam mais que os arranjos da globalização comercial e financeira, até agora prevalecentes.
Eu tenho dúvidas se neste momento há suficiente consciência política sobre o estado de necessidade para se dar este passo. Se os Estados o derem, sob a forma de um novo tratado substitutivo do Protocolo de Kyoto, haverá um tempo necessário de construção de instituições e ações internacionais para dar concretude àquilo que seria a maior revolução pacífica da história da humanidade.
Utopia é necessária para mover a história, mas junto com as utopias andam também as ilusões, que nada mudam e muito confundem. O desenvolvimento econômico que quase todos os economistas têm na cabeça – da esquerda à direita - nada tem de sustentável do ponto de vista ambiental. A acumulação de capital é o seu fim, e não apenas meio. Daí que toda finalidade nova do desenvolvimento, ao estilo justiça social, liberdade humana, sustentabilidade ambiental etc., afeta seriamente a acumulação do capital, segundo o padrão prevalecente desde a 1ª Revolução Industrial. Não há por que ignorar que estas utopias batem de frente com os interesses do capital e do dinheiro, agora organizados em escala global.”
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ONU reduz expectativas sobre cúpula em Copenhague
“Represantante da organização reconhece que não será fechado um tratado de redução de emissão de CO2
O Estado de São Paulo / EFE
A última reunião em nível ministerial antes da cúpula climática em Copenhague terminou nesta terça-feira, 17, com um reconhecimento pela ONU e pelo Governo dinamarquês de que não será fechado um tratado na capital dinamarquesa, e que o objetivo é uma fórmula reduzida em forma de acordo político vinculativo.
Esta constatação é consequência da declaração feita na semana passada pelos presidentes dos Estados Unidos e da China, os dois países que mais poluem do mundo, de que não será possível um acordo vinculativo nessa cúpula para reduzir as emissões de dióxido de carbono.
Tanto o responsável da ONU sobre mudança climática, Yvo de Boer, quanto o primeiro-ministro dinamarquês, Lars Lokke Rasmussen, e sua ministra do Clima, Connie Hedegaard, apoiaram a proposta dinamarquesa de "um acordo, dois propósitos", que pretende fechar um pacto sobre as principais questões e adiar a assinatura de um tratado para mais adiante.
A proposta, apresentada há dois dias, em Cingapura, por Rasmussen em reunião com líderes mundiais à margem da cúpula do Fórum de Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (Apec), conta com a aprovação dos EUA, segundo se esforçou em ressaltar Hedegaard, em entrevista coletiva com De Boer ao final do encontro. "Continuamos falando de um tratado de Copenhague, só que não sabemos quando será fechado", disse De Boer, que falou que a cúpula sobre o clima de 7 a 18 de dezembro deve ser um "ponto de inflexão".
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Minc critica postura de países ricos que tentam adiar definição de novo acordo climático
Luana Lourenço, Agência Brasil
“O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, criticou hoje (16) a posição de países ricos que tentam adiar a definição de um novo acordo climático, prevista para dezembro, durante a reunião da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, em Copenhague.
Ontem (15), os países ricos reunidos em Cingapura consideraram irreal a possibilidade de um novo acordo daqui a 20 dias.
Minc afirmou que o fato de os dois maiores emissores de gases de efeito estufa – Estados Unidos e China – não estarem dispostos a um compromisso numérico de redução é uma “ducha de água quente [nas negociações] que aumenta ainda mais a temperatura do planeta”.
“Parece que fizeram um pacto de abraço dos afogados para um justificar a falta de empenho do outro. Já estávamos com problemas para chegar a um acordo. Isso é inaceitável.”
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A imprensa joga a toalha
Luciano Martins Costa, Observatório da Imprensa
“A notícia de que os Estados Unidos e a China, os dois países mais poluidores do mundo, e outras nações reunidas num fórum de líderes da região Ásia-Pacífico, decidiram adiar uma deliberação concreta sobre a redução das causas do aquecimento global é destaque em todos os grandes jornais na segunda-feira (16/11).
Segundo a imprensa, a decisão esvazia a conferência da ONU sobre clima, marcada para o próximo mês em Copenhague, na Dinamarca. Tudo que se poderá conseguir em Copenhague, então, seria um acordo político, ou uma carta de intenções sem referência a metas específicas.
A postura dos jornais brasileiros é derrotista. No entanto, a leitura dos detalhes do noticiário, incluindo-se o que vem pelos sites da imprensa internacional, indica que o atraso na elaboração de um compromisso global pode ser favorável ao estabelecimento de metas mais ambiciosas.”
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Relator defende perdão para quem desmatou
“Deputado Marcos Montes (DEM-MG) diz que produtores rurais não podem ser punidos porque erraram sob uma legislação que traz prejuízo social ao país
Renata Camargo, Congresso em Foco
O deputado Marcos Montes (DEM-MG) é o mais novo pivô do embate entre os ruralistas e os ambientalistas no Congresso. Relator do polêmico projeto que, segundo deputados ligados ao meio ambiente, dá anistia a proprietários rurais que desmataram ilegalmente uma área equivalente a 18 vezes o estado de Sergipe, Montes diz que é preciso adequar a lei à realidade e perdoar quem errou sob uma legislação que, segundo ele, traz “prejuízo social” ao país.
Em defesa do “desmatamento zero a partir de agora”, o parlamentar nega que seu relatório pretende dar superanistia para quem desmatou, mas diz que “o perdão é o melhor caminho social”. De acordo com ele, o projeto tenta tirar da ilegalidade cerca de três milhões de produtores rurais e evitar que os proprietários de terra sejam obrigados a recompor áreas degradadas.
“Essa discussão está muito simplificada. O projeto que nós queremos não é simplesmente de perdoar. Queremos consolidar a fronteira agrícola que foi aberta e, então, ordenar o futuro”, disse o deputado ao Congresso em Foco.”
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Líderes de países ricos descartam acordo definitivo em Copenhague
“Metas obrigatórias de redução de emissões devem ficar só para 2010, em uma próxima conferência
Claudia Trevisan, O Estado de São Paulo
Líderes políticos da região asiática, dos Estados Unidos e da Europa descartaram ontem a possibilidade de assinar um novo tratado climático internacional em Copenhague, no mês que vem. No linguajar diplomático, fala-se agora em um acordo "politicamente vinculante", em vez de "legalmente vinculante", o que ficaria para uma próxima conferência, em 2010.
Na prática, isso significa que as metas obrigatórias de redução de emissões de gases do efeito estufa para a segunda fase do Protocolo de Kyoto seriam definidas só no ano que vem.
"Dado o fator de tempo e a situação de alguns países específicos, deveríamos, nas próximas semanas, focar esforços no que é possível fazer, sem nos deixar distrair por aquilo que não é possível", disse o primeiro-ministro da Dinamarca, Lars Lokke Rasmussen. Anfitrião do encontro do próximo mês, Rasmussen fez ontem uma viagem não programada a Cingapura, para conversar com os governantes das 21 nações que compõem a Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (Apec) - grupo que inclui os Estados Unidos e a China, os dois maiores emissores de gases do efeito estufa.
O possível, segundo Rasmussen, seria um acordo político em Copenhague que estabelecesse diretrizes básicas e um novo prazo para negociação de metas específicas de redução de emissões. O impossível seria fechar essas metas já no mês que vem, antes que o projeto de lei sobre mudança climática dos Estados Unidos possa ser votado no Congresso americano.
"Mesmo que não consigamos definir todos os detalhes de um instrumento legalmente vinculante, eu acredito que um acordo político de caráter obrigatório, com compromissos específicos de mitigação e financiamento, fornecerá bases sólidas para ação imediata nos próximos anos", disse Rasmussen.”
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. Clima, COP-15, Pelo Mundo
ENTREVISTA-França vê EUA como maior barreira a acordo climático
Emmanuel Jarry, Reuters
“Os Estados Unidos são o principal obstáculo na reunião de Copenhague para um acordo climático ambicioso no mês que vem, disse neste domingo o ministro do Meio Ambiente da França, Jean-Louis Borloo.
Ele disse que Washington impõe as maiores dificuldades para um acerto. Mais cedo, líderes mundiais se reuniram em Cingapura e avaliaram que é pouco realista a expectativa de fixação de metas conjuntas a serem negociadas na reunião de 7 de dezembro.
"O problema são os EUA, não há dúvida disso", afirmou Borloo, que coordena o grupo negociador da França para Copenhague, em entrevista à Reuters.
"É a maior potência do mundo, é o maior emissor (de gases do efeito estufa), o maior emissor per capita e eles estão dizendo 'gostaria, mas não posso'. É essa a questão", destacou.”
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. Clima, COP-15, Entrevista
Tudo aquilo que você gostaria que a Internet esquecesse
Jean-Baptiste Chastand, Le Monde / UOL
"Acho que mostrei minhas nádegas na festa de Saint-Nicolas em 1969. Não fiz mais isso desde então. E não gostaria que isso ainda me perseguisse." Com uma piada, Alex Türk, presidente da Comissão Nacional da Informática e Liberdades (CNIL) resume a questão do direito ao esquecimento na Internet. Desde a criação dos fóruns, dos blogs e sobretudo das redes sociais, a questão da conservação das informações publicadas por qualquer um na internet não para de crescer.
O que fazer para impedir que o seu futuro empregador, seu vizinho, sua família, consultem fotos ou textos colocados online há muitos anos e que você preferiria que tivessem desaparecido? O que fazer quando podemos rastrear toda a vida de um desconhecido buscando apenas fontes no Google, como fez a revista Le Tigre? A criação de um "direito ao esquecimento digital" é objeto de uma proposta de lei recente no Senado, assim como de uma conferência organizada pela Secretaria de Economia Digital do Estado, na quinta-feira, 12 de novembro, no instituto Sciences Po.
Para Alex Türk, o que está em jogo é "traduzir uma função natural, o esquecimento, que faz com que a vida seja suportável". A proposta de lei dos senadores Yves Détraigne (União Centrista) e Anne-Marie Escoffier (Partido Radical de Esquerda) sugere a supressão dos dados a partir de um simples pedido por e-mail e da informação a partir de um tempo determinado. "O objetivo é proteger aqueles que não estão conscientes dos dados que podem deixar na internet, principalmente os menores", explica Yves Détraigne.”
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