22 abril, 2014

Quando a catástrofe climática vira produto financeiro

Superfuracão Hayian, 2013, Filipinas: 5 mil mortos, 1,5 milhão de desabrigados e mais lenha na fornalha das finanças globais. Ilustração: Patricio Bisso
“Derivativos climáticos”, “obrigações de catástrofe”, “bolsa de troca de riscos”… Em torno dos novos desastres naturais surge universo de oportunidades e acumulação

Razmig Keucheyan, Le Monde Diplomatique/ Envolverde

Em novembro de 2013, o “supertufão” Haiyan atingiu o arquipélago das Filipinas: mais de 6 mil mortos, 1,5 milhão de lares destruídos ou danificados, US$ 13 bilhões de danos materiais. Três meses depois, duas corretoras privadas de seguros, Munich Re e Willis Re, acompanhadas por representantes da Secretaria Internacional de Estratégias para a Redução de Riscos de Desastres das Nações Unidas (UNISDR), apresentavam aos senadores filipinos um novo produto financeiro desenvolvido para cobrir eventuais déficits do Estado em termos de gestão de desastres climáticos: o Philippines Risk and Insurance Scheme for Municipalities (Prism), um tipo de título com altos rendimentos que os municípios ofereceriam, em caso de catástrofe, a investidores privados [1]. Estes últimos se beneficiariam de taxas de juros vantajosas subsidiadas pelo Estado, mas, caso houvesse sinistro de uma força ou desastre predefinidos, perderiam seus investimentos.

“Derivativos climáticos” (weather derivatives), “obrigações de catástrofe” (catastrophe bonds) e outros produtos de seguro climático fazem muito sucesso. Além dos países asiáticos, o México, a Turquia, o Chile e até mesmo o estado norte-americano do Alabama, duramente afetado pelo furacão Katrina em 2005, recorreram a eles de uma forma ou de outra. Para os promotores desses instrumentos, trata-se de confiar ao mercado financeiro os seguros de riscos naturais, inclusive os prêmios; avaliações de ameaças e ressarcimento das vítimas. Mas por que o mercado financeiro cobre danos causados pela natureza justamente agora, que ela mostra sinais cada vez mais claros de desgaste?"
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30 motivos para preservar as florestas do Brasil

Na mata atlântica, bioma de mais longa ocupação no Brasil, 93% já foi perdido.
Redação, CicloVivo e Greenpeace

'O Greenpeace, uma das ONGs de defesa ambiental mais famosas do mundo, preparou uma lista com 30 razões para nos incentivar e alertar sobre os cuidados que devemos ter com as florestas brasileiras. Apesar de não ser uma listagem recente (ela data de 2011), os pontos apresentados continuam a ser atuais e merecem ainda mais atenção e preocupação.

Veja abaixo algumas razões para as quais precisamos abrir os olhos:

1. O Brasil abriga 20% de todas as espécies do planeta.

2. O mundo perde 27 mil espécies por ano.

3. A Amazônia ocupa metade do Brasil e abriga 2/3 de todo o remanescente florestal brasileiro atual.

4. O Brasil detém 12% das reservas hídricas do planeta.

5. Já perdemos cerca de 20% da Amazônia, o limite estabelecido pela lei.

6. Na mata atlântica, bioma de mais longa ocupação no Brasil, 93% já foi perdido.

21 abril, 2014

Startup quer mudar mercado de fotografia no Brasil

Startup quer mudar mercado de fotografia no Brasil
Redação, Adnews

"Criada para atender a demanda de empresas por fotos comerciais tipicamente brasileiras, a startup CrayonStock irá apostar no modelo de assinaturas usando a tecnologia e o potencial da internet para licenciar fotos em grande volume e de maneira simples, em que as empresas pagam uma taxa mensal para utilizar imagens feitas por fotógrafos colaboradores, que são comissionados cada vez que uma imagem de sua autoria é escolhida.

Estudante cria aplicativo para orientar cegos

"Um estudante de Desenvolvimento de Software idealizou um aplicativo para orientar deficientes visuais e idosos em Manaus para serem avisados do momento em que um ônibus se aproximar do ponto de parada. O aplicativo funciona em qualquer celular pré ou pós-pago

Brasil 247

 "O seu ônibus foi chamado, aguarde a confirmação do motorista". "Atenção! Seu ônibus está chegando, aguarde". É com essas mensagens de voz, enviadas pelo celular, que os deficientes visuais e idosos da cidade de Manaus serão avisados do momento em que o ônibus estiver se aproximando do ponto de parada.

O aplicativo, ainda sem nome, foi idealizado pelo estudante de Desenvolvimento de Software José Erivaldo Zane Ferreira com o objetivo de solucionar as dificuldades que as pessoas com deficiência enfrentam para identificar as linhas de ônibus, principalmente à noite. O Amazonas tem 651.262 pessoas com deficiência visual e 210.173 idosos, segundo o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2010.

20 abril, 2014

Batalha contra nova pandemia de câncer no Sul

Um paciente recebe tratamento no centro regional do câncer de Thiruvananthapuram, na Índia. Foto: K. S. Harikrishnan/IPS
Kanya D’Almeida, IPS / Envolverde

Poucos no mundo podem alardear que o câncer não os tocou. Neste momento, milhões enfrentam uma batalha pessoal contra a doença e muitos mais estão sentados juntos a seres queridos que lutam por sua vida, visitando amigos que se recuperam de uma quimioterapia ou averiguando sobre os últimos tratamentos para seus familiares. O prognóstico da organização líder em pesquisa sobre câncer não indica melhorias. O Informe Mundial do Câncer 2014 diz que nos próximos 20 anos se espera que os novos casos aumentem 70%, chegando a 25 milhões em 2025.

Produzido a cada cinco anos pela Agência Internacional para a Pesquisa sobre o Câncer (Iarc), da Organização Mundial da Saúde, o informe de 632 páginas aponta que os novos casos passaram de 12,7 milhões em 2008 para 14,1 milhões em 2012. Neste último ano, o mundo experimentou o recorde de 8,2 milhões de mortes por câncer. Os países em desenvolvimento estão entre a cruz e a espada. Por um lado, seguem sofrendo uma grande presença de tipos de câncer associados a infecções, como o de colo uterino, estômago e fígado, que são relacionados à pobreza e à falta de água potável, vacinas, centros de detecção precoce e opções adequadas de tratamento.

Tchau, Facebook: eu e meus fãs vamos embora ou, pelo menos, eu vou

José Matias, adNEWS

"Recentemente li um artigo que contava sobre uma empresa que abandonou sua página no Facebook para se dedicar a outras mídias, uma vez que o alcance das publicações não estava sendo satisfatório dentro da plataforma.
A discussão sobre a queda no alcance no Facebook é longa e não deve terminar tão cedo, mas o fato é que ela está acontecendo. E se você não quer ser prejudicado, terá que pagar por isso, com o Facebook Ads. Afinal para gerar R$ 60 mil por minuto (receita estimada de Mark Zuckerberg em 2014), alguém precisa pagar a conta.

A atitude desta empresa pode parecer drástica, mas soa razoável quando pensamos no investimento de tempo, análise, verba e outros recursos que são aplicados por marcas e agências em uma plataforma terceira – nem do cliente nem da agência – e que muda as regras do jogo a seu bel prazer.

19 abril, 2014

Praia com falésias gigantes em mar azul é atração no sul de Portugal

A praia de Ponta da Piedade, em Portugal (Foto: John Harper/Image Source/AFP)
"Ponta da Piedade fica perto de Lagos, no Algarve, litoral sul do país. Rochas têm nomes como Gruta dos Amores, Chaminé e Camelo.

Do G1

Uma das joias do litoral português, a Ponta da Piedade atrai turistas do mundo todo com enormes falésias que parecem flutuar no mar azul-esverdeado.

A praia de águas calmas fica na região do Algarve, no sul do país, a cerca de 2 quilômetros da cidade de Lagos.

Descendo por uma escada estreita e longa, chega-se a uma enseada cheia de barcos, onde pescadores oferecem passeios em volta das esculturas gigantes de pedra, demonstrando habilidade na navegação e contando sobre a história do lugar.

Cientistas querem testar sangue artificial em humanos pela 1ª vez

"Cientistas britânicos querem começar a testar sangue artificial pela primeira vez em humanos nos próximos três anos. 

GGN / Pragmatismo Político

Eles planejam iniciar a primeira fase de testes com voluntários no final de 2016 ou no início de 2017.
Por trás da iniciativa está um consórcio de universidades e órgãos do governo do Reino Unido que já vem produzindo células sanguíneas a partir de células-tronco.
As células-tronco são aquelas capazes de se transformar em qualquer outra célula do corpo humano. Muitos estudiosos apostam nelas como a chave para a cura de inúmeras doenças.
Cultivadas em laboratório, as células sanguíneas poderiam ser, assim, usadas para transfusões, evitando uma série de problemas comumente observados nesse processo, como o risco de transmissão de infecções, a incompatibilidade com o sistema imunológico do receptor e a possibilidade de excesso de ferro no sangue do doador.

18 abril, 2014

A indústria do parto: como o Brasil se tornou líder mundial de cesáreas

/ BBC Brasil

"Quando a fotógrafa Daniela Toviansky, de 35 anos, ficou grávida, passou a frequentar aulas de hidroginástica com outras gestantes em estágios próximos de gravidez. Ela lembra que, entre uma aula e outra, todas manifestavam um desejo em comum: ter filhos por parto normal. “Todas acabaram fazendo cesárea”, conta Daniela, que se tornou a exceção. Seu bebê, Sebastião, nasceu após 40 semanas de gestação e da forma como ela queria.

O que aconteceu com as colegas da fotógrafa é uma amostra fiel da situação vivida por muitas grávidas no Brasil hoje, especialmente entre as classes mais altas, em um processo que muitos especialistas vêm chamando de “a indústria da cesárea brasileira”.

Com 52% dos partos feitos por cesarianas – enquanto o índice recomendado pela OMS é de 15% -, o Brasil é o país recordista desse tipo de parto no mundo. Na rede privada, o índice sobe para 83%, chegando a mais de 90% em algumas maternidades. A intervenção deixou de ser um recurso para salvar vidas e passou, na prática, a ser regra.

Faça minions reutilizando rolos de papel higiênico

Os pequenos seres amarelos que alegram as crianças, também podem também servir para decorar a casa.
Redação, CicloVivo

"A técnica criada pelo blog MollyMoo para fazer os bonecos da saga “Meu Malvado Favorito” é bem simples. Apenas reutilizando materiais, é possível criar  os “minions” que alegram as crianças e podem também servir para decorar o ambiente.

Com o lançamento do filme “Meu Malvado Favorito 2”, os minions (as pequenas criaturas amarelas que trabalham para o vilão) ganharam ainda mais notoriedade. Além de conquistar crianças e adultos, os seres ganharam as redes sociais e são adorados até pelas pessoas que ainda não assistiram ao longa. Veja abaixo como fazer seu próprio boneco:

17 abril, 2014

As marcas de chocolate mais citadas no Twitter

As marcas de chocolate mais citadas no Twitter (Reprodução)
Redação, Adnews

Ovos para comer de colher, trufados, caseiros, com brinquedo dentro, dos mais diversos personagens, formatos e sabores são algumas das opções que os consumidores têm para comprar e ganhar nesta Páscoa, sem contar a infinidade de barras de chocolate. O assunto que ganhou relevância nas redes sociais é tema do estudo da E.life, que reuniu e analisou 111,5 mil posts e 82.120 internautas, no período de 26 de março a 08 de abril de 2014.

Os ovos de Páscoa se destacaram no boca a boca sobre chocolate durante o período monitorado, com 91,7% dos depoimentos. As barras de chocolate foram citadas em 9,9% e 2,1% dos posts comparavam os dois produtos. Já com relação ao perfil dos internautas, 69% são mulheres e 31% são homens. A região sudeste representa 55% desse público.

O comercial de três minutos que marcou época